A Bittersweet Life (2005)

7 09 2013

A contemplação e o devaneio possuem uma beleza única. Nas ideologias e religiões orientais, especificamente asiáticas, há uma eterna busca pelo silêncio, há uma tentativa constante de inscrever-se no mundo à medida que apagam-se os rastros do indivíduo. Os mestres, com suas vidas mais entregues às doutrinas, pregam a ausência da vontade, do ato, da intenção. O aprendiz tenta encontrar sua própria maneira de aderir ao mundo, de entrar em harmonia com o restante sem deixar de lidar com as pessoas, com as relações, com os sentimentos. Numa dança quieta, quase muda, ele se distancia do que é, tenta apenas enxergar e sentir além. Apenas tenta. Sonha, fabula, age. Contra sua própria lógica, contra aqueles que uma vez estiveram ao seu lado, contra tudo e todos. Se supera em prol de algo. Ao fim, percebe a evanescência de tudo o que vivera. Se desgarra de sua imagem, se rende à impossibilidade de agir. Percebe seu limite. Realidade e imaginação se entrelaçam, se confundem. O que é sonho? O que é real?

bamboo forest

“Em uma madrugada de outono, o discípulo acordou chorando. Então, o mestre lhe perguntou, “Você teve um pesadelo?” “Não.” “Então você teve um sonho triste?” “Não,” disse o discípulo. “Eu tive um sonho doce.” “Então porque você está chorando com tanta tristeza?” O discípulo enxugou suas lágrimas e calmamente respondeu, “Porque o sonho que tive nunca poderá se tornar realidade.””

a bittersweet life

A Bittersweet Life” – Excelente





Relatos de um (talvez?) protestante

18 06 2013

“Sabe, mãe, eu pensei muito em você antes da primeira grande manifestação. Pensei muito em tudo que apreendi de você, uma mulher trabalhadora. Pensei muito no que estamos vivenciando em nosso país hoje, época em que me encontro no início/ parte inicial da minha “maturidade política”. Moro fora, tenho que ganhar meu dinheiro e me sustentar, estudar, escrever, beber, aproveitar, transar, sonhar, viver. Sou adulto, acredito que devo defender minhas bandeiras. Estudo porque acho que posso de alguma forma contribuir a alguém com o que produzo, com o que faço pra viver hoje. Mas, como homem criado com muito amor e condições financeiras relativamente boas, poucas vezes fui realmente a manifestações. Tinha uma dúvida sobre aquilo, tinha um pouco de medo também, do que não conhecia, do que é repressão de verdade, do que é violência de verdade, do que realmente acontece com muitas e muitas pessoas em nosso país, no mundo. Eu pensei em tudo isso porque pela primeira vez na minha vida me sentia compelido a ajudar em algo, a atuar politicamente (sim, isso é política, isso é vida, a vida se articula por relações, por jogos, por ideologias, por relações de poder – ou seja, é política também) em prol de algo que eu acreditasse. Como diz aquela frase clássica sobre os jovens das antigas, sei apenas o que eu não quero, o que eu vejo e não concordo. O Rio de Janeiro é um lugar incrível, e ao mesmo tempo é um lugar muito tenebroso. Há uma relação muito opressiva e desigual por parte do governo para com o povo que mora aqui, quem é daqui e não tem o que interessa à cidade, na visão do governo (ou seja: dinheiro). Eu sou alguém que está à mercê dos mandos e desmandos do governo coercivo daqui, tal como muitos e muitos outros. Eu decidi ir à manifestação, não falei pra você. No dia seguinte aconteceu uma outra manifestação, dessa vez na minha cidade daqui mesmo, que não é o Rio, e houve confronto – eu tinha ido embora antes do bicho pegar no dia anterior, sem saber. Tirei minha camisa, protegi minha boca e nariz. Corri, me revoltei, gritei, ocupei um espaço. Estava lá, fazendo número, Mostrando que há outras pessoas que também olham para o seu redor e vêem coisas parecidas com as que eu vejo. As relações de desigualdade, de conservadorismo político-social. De uma sombra estranha de ideias retrógradas e perigosas, que insiste em ficar por nossas cabeças. Não me machuquei, me mantive seguro, mas também enfrentei, vi e senti de perto. Talvez seja um daqueles suspiros dos jovens (de corpo ou espírito), que sabem que aquele é o momento da vida de fazer esse tipo de loucura… ou talvez não, quem sabe? Ontem estive no maior protesto, me juntei junto a pelo menos mais outras 100 mil pessoas, fui parte de algo maior. Vi de perto a violência, temi, me mantive. Junto com tantos outros que nunca imaginaram que estariam lá. Que estariam munidos pela coragem e pela esperança. Pelo ser jovem: por sonhar. Por saber duvidar, saber a hora de se postar perante algo. Nunca me senti tão vivo na minha vida, sabe, mãe? Nunca me senti tão atento, forte, esperançoso como naquele momento. Me senti parte de algo maior, muito maior. Uma ideia, um sonho. Uma possibilidade de melhorar, de ajudar. Eu vou me cuidar, como sempre o fiz, mãe. Mas não se esqueça que precisamos querer e conseguir mudar coisas. E é isso que estamos tentando fazer, de coração. Apenas torça pela gente.”

alerj





Ghost In The Shell (1995)

5 06 2013

Talvez nossas memórias, fragmentadas e nebulosas como são, representem um dos elos mais significativos que temos para com nosso individualismo, para com a massa de vontades, atos e impulsos que (em tese) nos humaniza. Que nos individualiza, que nos confere singularidade, pessoalidade, unicidade. São as memórias, aqueles momentos completamente únicos, compartilhados com nós mesmos – o desabrochar de uma flor, uma sensação de frescor em uma tarde ensolarada, a dor de um amor que só foi sentida por você – que muitas vezes nos relembram quem somos, como chegamos ao presente, o que nos moldou no passado. E se as suas memórias não são suas? Teriam todos aqueles momentos sido vividos de fato? O campo das experiências é verídico e inalterável?

city

Estas dúvidas explicitadas acima, de algum modo, encontram-se imbricadas em Ghost In The Shell, de 1995. Dirigido por Mamoru Oshii e produzido por uma trinca formada por alguns estúdios japoneses mais relevantes de animação (Production I.G. em parceria com a Bandai Visual e Kodansha), o longa situa-se em um futuro não-definido, no qual questões corpóreas entrelaçam-se com as possibilidades tecnológicas: tornou-se comum, pra qualquer tipo de cidadão, possuir partes robóticas/modificadas em seu corpo. São olhos biônicos, braços mecânicos, dentre outros, que evoluem a gama de atos físicos dos seres humanos. Neste universo, há pessoas com corpos totalmente tecnológicos, “carapuças” metálicas que pesam toneladas e que são fabricadas meticulosamente, com nervos, músculos e fibras reforçadas. Entretanto, há um ponto que ainda mantém o nosso vínculo para com o “corpo humano original”, de carne e osso: o cérebro. Há diversas pessoas com corpos puramente biológicos, porém todos contém um cérebro que pode se conectar a fios e circuitos de comunicação interna/espaço cibernético, e, dentro desses cérebros, residem os “ghost’s“. De modo simplificado, o que o filme chama de ghost poderia ser traduzido para o nosso vocabulário como “alma”: é um setor composto de memórias, intuitos, vontades, problemas, traumas e outros sentimentos que, em tese, nos tornam exclusivamente humanos.

Tendo esse panorama em vista, GITS narra uma investigação criminal realizada pela Seção 9, tropa de elite de alto escalão do governo japonês. Com um time contendo os profissionais mais capazes e eficientes da força, a Seção 9 – liderada pela Major Motoko, personagem “principal” do longa – caça o Puppet Master, hacker que estaria roubando informações governamentais confidenciais por meio da invasão e reprogramação do cérebro de diversos indivíduos. A premissa serve apenas como gancho para que Mamoru nos exiba uma narrativa densa e complexa, na qual diversos questionamentos existenciais surgem à tona: lembremos que, neste universo, seres humanos podem ter corpos, habilidades e outras informações anexadas/criadas/suplantadas digitalmente. Enquanto o cerco progressivamente se fecha em torno do Puppet Master, vemos um fluxo de consciência por parte destes personagens e de indivíduos outros que surgem na trama, problematizando características que tomamos como exclusivas, verídicas e limítrofes para com nossa condição humana.

poster

Neste sentido, a execução do filme é poderosa: com um desenho fluido e estilizado, munido de uma marcante e estranha trilha sonora (com batuques, cânticos e efeitos cibernéticos mixados), GITS convida seu espectador a um percurso existencialista árduo mas recompensante. O filme foi a primeira animação japonesa de 1º escalão (no que tange investimentos e profissionais envolvidos) a ser lançada simultaneamente para os mercados japonês, britânico e norteamericano; no Ocidente a obra foi um fiasco no lançamento, e foi apenas com o passar dos anos que seu valor foi sendo reconhecido pelos fãs e apreciadores do gênero. Além disso, sua influência – tanto estética quanto discursiva, no que tange os paradigmas e propostas levantados ao longo do trama – reverberou em outras produções, como o seriado Ghost In The Shell: Stand Alone Complex, com novas aventuras da equipe da Seção 9, um filme-continuação em 2004, além de toda uma influência na trilogia Matrix e em produtos derivados (a compilação Animatrix é o exemplo cabal). De modo resumido, Ghost In The Shell, que beira seu vigésimo aniversário, continua tão poderoso quanto em sua época de lançamento: com um visual estilizado e único (datado e ao mesmo tempo tão atual) e uma narrativa complexa e desafiadora, munida de personagens densos (e carismáticos, de uma forma estranha, por vezes perturbadora e sombria), o longa continua uma das obras-primas do gênero em âmbito mundial. Obrigatório!

Ghost In The Shell (1995) – Excelente





Mês da Animação no HQ Subversiva!

5 06 2013

É, meus caros, junho já começou e é com muito orgulho que anuncio o Mês da Animação aqui no HQSub! Não, não é aniversário do blog (ainda falta um pouquinho pra agosto), nem aniversário de nenhuma animação específica que eu ache relevante num cenário mais amplo; é um mês especial porque o blog é meu e eu decidi! Brincadeiras de lado, neste mês buscarei privilegiar obras audiovisuais animadas das mais variadas origens e temáticas – talvez com algum favorecimento a animações japonesas, devo confessar. Neste mês teremos, finalmente, o nosso especial Hayao Miyazaki, com uma filmografia destrinchada por diversos colaboradores (incluindo textos meus, diferente do que acontecera até agora em nossos outros especiais), além de outras críticas, vídeos e imagens que referenciem obras obrigatórias (a meu ver) pra quem quer saber mais sobre esse gênero cinematográfico. É isso! Não percam, fiquem ligados aqui no blog e em nossa página no Facebook, leiam, comentem e, acima de tudo, (re)vejam tudo que puderem!

ghost





Operação França (1971)

20 05 2013

Pessoal, repasso aqui, na íntegra, a minha contribuição para o Especial William Friedkin do nosso amado Dia da Fúria – aliás, façam o favor de não perder, estamos destrinchando a filmografia completa do gênio!

“Podemos afirmar sem medo que Operação França, de 1971, é o primeiro grande filme de William Friedkin. Sem menosprezar suas obras anteriores, devidamente destrinchadas nos textos anteriores pelos colegas daqui, do Dia da Fúria, o filme vencedor de 5 Oscars em 1972 (Melhor Filme, Diretor, Ator Principal [Gene Hackman, com seu dúbio e impulsivo Detetive Jimmy “Popeye” Doyle], Edição e Roteiro Adaptado) ainda mostra hoje, mais de 40 anos depois de seu lançamento, vigor e força incríveis.

Para quem não sabe, o longa remonta a maior apreensão de heroína em solo americano à época: a dupla de investigadores da divisão de Narcóticos da polícia de NY formada por Jimmy Doyle [Hackman] e Buddy Russo [Roy Scheider, afiado] entra em um longo e tenso jogo de gato-e-rato para desmantelar uma rede de tráfico de drogas e depara-se com a tal da Operação França – um esquema internacional, pelo qual heroína era contrabandeada da Turquia para a França, e dali para os Estados Unidos. O foco, claro, é a parte americana desta investigação que, na vida real, também foi desenvolvida pelas forças policiais francesas.

Operação França 1

Friedkin realiza um vigoroso thriller policial, extremamente metódico e pausado nesta moldagem do complexo esquema de contrabando: o diretor focaliza o ponto de vista das forças da lei diante deste complô internacional, reforçando a cada cena as dificuldades e (inúmeras) tentativas frustradas de Doyle e Russo de conseguir achar os responsáveis pela operação. O elo entre franceses e americanos para este envio de heroína, Alain Charnier [Fernando Rey, também muito bem], se torna o alvo dos detetives e, conforme a exibição se desenrola, o cerco sobre o esquema e seus envolvidos começa a apertar.

Um dos principais destaques do longa é a forma como os detetives americanos são retratados: atribuir uma personalidade dúbia, durona e politicamente incorreta; com agressões, abusos de lei e afins “em nome da Justiça” não era necessariamente inédita à época, mas Friedkin enriquece este tipo de abordagem por meio de uma grande atuação de seus principais atores aliada a um jeito enérgico e potente de dispor os acontecimentos que levaram ao desmantelamento do esquema. Neste sentido, Operação França é exemplar, contendo sequências inesquecíveis – dentre as quais, claro, destacamos a perseguição de Popeye a um suspeito do esquema em plena Nova York: o suspeito, que foge primeiro a pé e, em seguida, embrenha-se no metrô, é seguido pelo detetive em um carro, acelerando em meio ao tráfego intenso, causando acidentes, quase atropelando pedestres inocentes e batendo seu carro nas vigas que dão suporte às linhas do metrô. É interessante notar que esta sequência é simbólica para refletirmos sobre a postura dos policiais no caso: o respeito às leis é completamente deixado de lado em favor da próxima pista, do próximo envolvido, da chance de finalmente dar fim à angústia de não conseguir prender os culpados, o abuso de lei é “justificado”. Independentemente disso, Friedkin não parece, a um primeiro olhar, julgar tais práticas, apenas as mostrando, tal como exageros de poder realizados pelos policiais nesta longa investigação.

Operação França 2

Complementando o ponto acima, também poderíamos pensar no cerco final de Operação França como exemplar da situação: por mais que a mercadoria seja apreendida, o enigma ainda não fora resolvido. Assim, vemos Popeye e Russo visivelmente abalados, tensos e irritadiços – e, por que não, confusos? – diante da fuga de alguns dos suspeitos. A droga foi pega, os culpados fogem: “E o nosso esforço, foi plenamente recompensado? Colocamos nossa sanidade em risco para não conseguir colocar nossas mãos no pescoço de cada um dos verdadeiros responsáveis pelo esquema?”. O fato do filme ser ambíguo e não-conclusivo, dá vazão a esta dúvida, não glorifica os policiais e nem se curva aos modos pelos quais eles conseguiram realizar a gigantesca apreensão. Ou seja, Friedkin consegue realizar um impressionante thriller policial que também questiona a si mesmo, de alguma forma, que não exime os envolvidos de uma caracterização complexa e feroz, dúbia e discutível, que não os leva ao que todos esperam em um caso de polícia – que os verdadeiros culpados sejam presos, julgados, punidos, que haja uma verdade por trás de tudo, e que ela possa ser devidamente entendida, explicada. Resumindo: imperdível.

Operação França – Excelente





O ser e o pensar

20 05 2013

china

Pensar é um ato solitário por natureza. Já dizia aquele músico que “não há nada mais sozinho do que ser inteligente”. Talvez estejamos condenados a sermos eternamente imersos nesse fluxo irregular de raciocínios, lógicas, contextos e encadeamentos sobre experiências, sobre fatos, sobre acontecimentos e sobre o infinito. Há o desafio, inerente ao ser humano, de tentar dar vazão a essa corrente de caminhos sem começo nem fim. Escrevemos, pintamos, filmamos, meditamos. Somos os únicos convidados da nossa dança do concreto – tão subjetivo, (ir)real. Dançamos solitários; por vezes tão próximos, noutras distantes de tudo e todos. A sabedoria milenar oriental conseguiu, entretanto, propagar uma alternativa: a harmonia. O silêncio ensurdecedor. A quietude que, no fim, esconde tanto ao mesmo tempo que estanca, para cada um de nós, a inquietude de nossas mentes. Dizem que um texto diz muito mais sobre seu autor do que sobre o que ele quer retratar. Respiro fundo, sou eu, falo em silêncio, falo sem parar. Na bela e fugaz evanescência de nós mesmos permanecemos. Escrevo. Tento. É pouco, mal arranha a superfície desse algo tão sem limites que somos nós. Que sou, serei, fui. Que eu fale sobre mim, que talvez você, ao ler, pense sobre você. A solidão não é, definitivamente, aterradora. Não estou sozinho, pois estou acompanhado de eu e outros tantos eu’s. Diferentes, passionais, subjetivos, solitários. Aquiete-se, pense.





Homem de Ferro 3 [2013]

13 05 2013

Depois do estrondoso sucesso dos Vingadores, muita gente estava ansiosa pro novo filme Marvel Studios a chegar nos cinemas – no caso, nada menos que a última parte desta primeira trilogia de filmes do Homem de Ferro. Homem de Ferro 3, de Shane Black (diretor após ter iniciado sua carreira ainda muito novo, roteirista, ajudando a criar a série Máquina Mortífera no fim dos anos 80), trazia novamente Robert Downey Jr. como o carismático Tony Stark, desta vez contra o aguardado Mandarim. No entanto, pra minha surpresa, não se trata apenas do Mandarim [Ben Kingsley], mas também do rival de Stark, Aldrich Killian [Guy Pearce, bem no papel]. Infelizmente pra mim o resultado do filme como um todo foi insosso: melhor que a parte 2, que não gosto, mas ainda inferior ao primeiro filme. Enquanto nas cenas de ação o ritmo sempre empolga, com ótimas sequências e animações, clímax e tensão, no desenrolar da trama me parece que há uns problemas, principalmente com idéias mais amplas o relacionando ao Universo Marvel. Não me leiam como um daqueles nerds chatos, que exigem tudo igual às HQ’s: acho que algumas mudanças de alguns pontos das amplas cronologias das histórias originais podem ser interessantes. Aqui, acho que há elos dramáticos mal resolvidos em Homem de Ferro, com mudanças bruscas e momentâneas meio atravancadas (o menininho que ajuda Tony, Pepper, Happy Hogan); ao mesmo tempo que esse tipo de recurso seja muito usado em uma HQ, a mim simplesmente não cativou no filme. Fiquei me indagando após vê-lo sobre os filmes Marvel Studios como um todo – este, tendo início com o mesmo Homem de Ferro -, e acho que há mais filmes medianos/ruins do que legais: pra mim, salvam-se Homem de Ferro 1, Capitão América e Os Vingadores. Mas isso é papo pra uma outra hora: Homem de Ferro 3 é um filme ok, com gostinho de “podia ser mais legal”, mas que também não prejudica tanto nossa expectativa, com Guardiões da Galáxia e Capitão América 2 a caminho (esse novo Thor pode ser bem massa, os trailers ficaram legais, mas é bom ter um pé atrás, por via das dúvidas).

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Homem de Ferro 3 – Regular








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