Pitacos – Predadores

31 07 2010

Bem, nessa seção pretendo falar rapidinho sobre algum filme, HQ, game ou qualquer outra coisa que valha uma notinha. Pra começar, vou falar sobre Predadores, de Nimrod Antal.

O diretor Nimrod Antal, em parceria com nosso querido Robert Rodriguez e sua Troublemaker Studios, resolveu reviver com dignidade a franquia do alienígena caçador, iniciada há 23 anos atrás pelo John McTiernan – falaremos mais sobre este clássico do cinema de ação oitentista logo logo. Pois bem, o plano era esse, mas Nimrod passou meio longe do objetivo.

O filme tem mais contras do que prós, com certeza. O roteiro tem seus méritos, como trazer todo tipo de personagem estereotipado para a trama – o yakuza, o spetznaz, o cara do cartel de tráfico, um black ops e por aí vai -, mas a evolução desses personagens fica devendo. Predadores consegue relembrar muito daquela atmosfera do filme de 87, e devolve a fama de caçador ao Predador, que nos últimos tempos era apenas um guerreiro graças às suas lutas com os Aliens. Além disso, quem é fã do original vai se lembrar de diversas sequências clássicas, como a luta entre o Yakuza e o Predador, ou o duelo final com o alienígena.

Tirando isso, as atuações são abaixo do esperado: Adrien Brody não convence como bad ass, Alice Braga está um tanto robotizada, e Laurence Fishburne…. bem, esse não merece nem comentários. O filme só é recomendado pra quem realmente ama a franquia, porque o conjunto da obra não ajuda muito.

Pontos Fortes – ambientação na selva; Predador volta a suas origens de caçador; cenas de ação altamente violentas

Pontos Fracos – roteiro capenga; personagens mal desenvolvidos; protagonista que não convence

O Melhor do Filme: sequência que homenageia o filme de 87, com a luta entre o Yakuza e o Predador

O Pior do Filme: toda a participação de Laurence Fishburne, seja pela atuação, seja pelo próprio personagem

“Predadores” – Regular

Anúncios




Um Ato de Violência

31 07 2010
“A revolução não é um jantar formal,
um acontecimento literário,
um quadro ou uma tapeçaria;
não pode ser feita com elegância ou educação.
A revolução é um ato de violência.” Mao Tse-Tung

Esta citação marca o início de um dos mais grandiosos filmes do mestre Sergio Leone: Quando Explode a Vingança, de 1971. O filme conta a história de um revolucionário irlandês que está no México durante a Revolução Mexicana. John Mallory [interpretado com eficiência por James Coburn] acaba cruzando seu caminho com o “ladrão de galinhas” – termo usado pelo irlandês para designar o criminoso – Juan Miranda [Rod Steiger interpreta com maestria o mexicano], que quer usar as habilidades com explosivos de Mallory para roubar um banco. A partir daí a trama se desenvolve, e os dois personagens acabam envolvidos diretamente com a revolução de Pancho Villa e Emiliano Zapata.

Quando Explode a Vingaça é um dos filmes de Leone menos conhecidos pelo público – na época do lançamento, a produtora cortou 40 minutos do longa, que não foi bem recebido pela audiência. Este é, com certeza, o filme de maior engajamento político do cineasta italiano, que se utiliza de dois personagens que não tem nada em comum para inseri-los nos horrores de uma revolução. Leone realiza dura crítica à revolução, seja pelo passado traumático do irlandês – contado em flashbacks espalhados pela trama -, seja pela incredulidade de Juan com o conflito.

Os dois personagens têm suas vidas marcadas a ferro e balas por causa da revolução. O irlandês vira uma pessoa incrédula na eficácia de um conflito desses, depois de experiências ruins em seu país natal. Em certo momento da trama, Mallory reencontra um traidor mexicano, que diz: “Você viu o que fiz, não? Então já fui julgado e condenado por você”. No entanto, o especialista em explosivos responde: “Eu não te julgo. Só fiz isso uma vez na vida”. Assim, Mallory toma dianteira nas ofensivas, mas conduz tudo com incredulidade no que o futuro reserva aos revolucionários.

Mas quem realmente rouba a cena é o personagem de Rod Steiger, o ladrão Juan Miranda. Cercado pelos filhos, também criminosos, ele só almeja roubar um banco em Mesa Verde e ganhar seu dinheirinho. Porém, com o desenrolar da trama, acaba diretamente envolvido na revolução, tornando-se um dos heróis do povo. Em uma atuação do mesmo nível de Eli Wallach em Três Homens em Conflito, Rod consegue evoluir com seu personagem durante a trama. Ao mesmo tempo em que se mostra orgulhoso de fazer parte daquilo, ele tenta apenas voltar à sua vida de ladrão, fugir de tudo aquilo. Além disso, ele questiona a revolução, afirmando que “aqueles que sabem ler sentam-se em mesas, ordenam os analfabetos e pobres para a luta; ao fim, só resta a morte aos pobres”.

Quando Explode a Vingança tem uma grandeza similar à de Três Homens em Conflito, com os mesmo recursos visuais de Leone: os close-ups nos rostos marcados pela dureza do ambiente, sets grandiosos (que se alternam entre paisagens desérticas e cidades superpovoadas), a violência estilizada e ao mesmo tempo implícita – como na sequência inicial. Porém o engajamento político, e as enormes explosões e sets do filme distoam do clássico de Leone. Além disso, o conflito se dá entre o homem e a revolução, e não entre três homens que buscam um tesouro.

Para quem ainda não pôde ver o filme e gosta de Leone, pare de perder tempo: com uma grande atuação de Steiger, grandes sequências de ação, humor “leonesco” e muitos closes o filme é excelente. Quando Explode a Vingança relembra que nem sempre a fama é justa com alguns grandes filmes, mas que isso não nos impede em desfrutá-los.

“Quando Explode a Vingança” – Muito Bom





Parabéns, Nolan!

31 07 2010

Há exatos 40 anos nascia em Londres Christopher Johnathan James Nolan, um dos cineastas mais importantes desta década de 2000. Como ele é um dos meus cineastas favoritos, vale a pena um post sobre a ainda curta carreira deste inglês, que tem feito grande sucesso com seus filmes de “fantasia realística” – termo que pensei para defini-lo.

Nolan se formou em Literatura Inglesa na University College London, e começou sua carreira como cineasta ainda na faculdade, fazendo curtas com bonecos, e depois passou para curtas com atores reais. O verdadeiro sucesso veio com “Amnésia”, de 2000.


Em Amnésia, Christopher Nolan conta a história de um homem que sofre com um grave problema de esquecimento, e tem sua mulher assassinada. Como sua amnésia é cíclica e constante, ele precisa fazer tatuagens de informações importantes, para que não seja ludibriado por pessoas que se aproveitem da sua condição. A graça do filme está no fato que, mesmo com estas tatuagens, ninguém é 100% confiável. Além disso, Nolan conta a história de maneira condizente com a condição do personagem principal (Leonard, interpretado muito bem por Guy Pearce): confusa. Os acontecimentos se passam de trás para frente, cronologicamente falando.

Depois de Amnésia, Nolan consegue chamar atenção de Hollywood, e consegue a direção da refilmagem “Insônia”, em 2002. O filme, que é um trailer psicológico de um policial de Nova York que acaba sendo transferido para o Alaska, em uma época do ano em que o sol não se põe. Ali, ele deve resolver uma série de assassinatos, enquanto tenta manter a sanidade, que se esvai a cada noite não dormida. Estrelado por dois nomes fortes [Al Pacino e Robin Williams], o filme não foi tão bem nas bilheterias. Porém, Nolan repete o bom trabalho realizado em Amnésia, ao apresentar uma narrativa muito bem amarrada e envolvente. A cada noite que Al Pacino tenta dormir e não consegue, os fatos se tornam ainda mais confusos, as reações mais lentas, e o assassino se aproxima ainda mais.

O trabalho de Nolan estava em uma clara evolução, mas ainda faltava um grande sucesso de público para consolidar seu nome em Hollywood. Então, veio Batman Begins, em 2005. Com uma enorme responsabilidade sobre seus ombros, Nolan aceita o desafio de fazer uma versão que agradasse aos tão exigentes fãs de quadrinhos ao redor do mundo.

Acertadamente, Nolan não evoca nem a fantasia dos filmes de Tim Burton, e tampouco os colantes e a escrotidão que foram os filmes do Joel Schumacher [lamentável]. Lá atrás citei o termo “fantasia realística”; pois bem, agora é hora de explicar: Nolan gosta de contar histórias fantasiosas, como em “O Grande Truque” e “A Origem”, por exemplo. Mas ao mesmo tempo em que suas tramas envolvem acontecimentos fora de nossa realidade, eles são apresentados de forma muito real. Nolan se utiliza do mínimo de efeitos especiais possíveis, pois tudo é cenograficamente pensado para ser o mais fiel ao nosso mundo.

Voltando a Batman, Nolan é extremamente bem-sucedido em recontar as origens do personagens, dando sua visão sombria e realista da história de Bruce Wayne. Repleto de aparatos tecnológicos reais, e explicações científicas de cada artefato, Nolan consegue seu primeiro sucesso de bilheteria e público. O filme rende US$ 205,3 milhões em todo o mundo, e recupera o respeito que o personagem da DC Comics tinha perdido nos anos 60 – há de se ressaltar que a série animada do começo dos anos 90, idealizada por Bruce Timm, recuperou parte desta imagem sombria do vigilante de Gotham.

*Correção: O nosso amigo, o Davi de Oliveira Pinheiro, me deu o toque: antes estava escrito que Nolan estava completando 30 anos; o correto é que ele fez 40 anos, ok?





Parabéns, Nolan! – parte 2

31 07 2010

Continuando a carreira de Nolan, graças ao sucesso obtido com Batman Begins, o cineasta inglês consegue estabelecer seu nome em Hollywood, além, é claro, de ficar bem nos bastidores com a Warner Bros. e sedimentar seu futuro como diretor da continuação.

Com mais tempo e prestígio na indústria, Christopher continua sua carreira com O Grande Truque, de 2006. O filme mostra a rivalidade e a “batalha de bastidores” entre dois grandes mágicos [Christian Bale e Hugh Jackman, dois dos atores mais requisitados da época em Hollywood]. Além dos dois, Nolan trabalha novamente com Michael Caine – o mordomo Alfred em Batman Begins – e traz a musa Scarlett Johansson para completar o estelar elenco. Nolan brinca com a magia e mistério que o envole o mundo dos mágicos, e surpreende o espectador com inúmeras reviravoltas na trama. Enquanto Robert Angier (Hugh Jackman) e Alfred Borden (Christian Bale) duelam, eles entretem e encantam suas plateias. E tudo se constrói em um interessante clímax até o gran finale, seja o espetáculo mágico, seja o do cinema.

Nolan finalmente volta para seu ato principal, o filme mais importante de sua carreira até o momento, quando filma Batman, O Cavaleiro das Trevas, em 2008. Trazendo às telas o maior inimigo do Homem Morcego, o Coringa [vivido pelo finado Heath Ledger], Nolan realiza sua maior obra, e não à toa arrecada mais de US$500 milhões só nas bilheterias. Com uma trama envolvente e uma atuação fora de série de Ledger, que consegue transmitir todo o caos e a loucura que o personagem demanda, Batman se torna uma das melhores – senão a melhor – adaptações de quadrinhos de todos os tempos.

Agora, é a vez de A Origem, em 2010, mostrar o que Nolan planeja há mais de 10 anos. Segundo o diretor, a ideia de A Origem “existe há mais de uma década, e esperava o momento certo para se tornar realidade” . A realidade, inclusive, tem seus limites testados no filme, que trata de roubos de ideias, diretamente da mente das pessoas. Com um elenco repleto de astros, como Leonardo DiCaprio, Michael Caine, Ellen Page, Marion Cotillard, o filme tem recebido críticas positivas, elogiando a audácia de Nolan reinventar a forma de se ver cinema – com os recursos técnicos que ele tanto domina, como cenas filmadas das especificamente para o Imax, por exemplo. Agora é esperar para ver no cinema – porque baixar um filme desses para ver na tela do PC é brincadeira de mau gosto, né?

Vale ressaltar que o irmão de Christopher, Jonathan Nolan, é parte fundamental da trajetória do cineasta. Ele ajudou Christopher a roteirizar Amnésia, O Grande Truque e Batman, O Cavaleiro das Trevas. Christopher, inclusive, trabalha nos bastidores com a Warner Bros. para que seu irmão assuma a direção do novo filme do Superman – cujos direitos estão prestes a serem perdidos pela produtora. Como há a urgência de se filmar uma nova história do Homem de Aço e os irmãos Nolan são bem quistos nos corredores da Warner, é esperar para ver. Às vezes pode mesmo sobrar pro caçula Jonathan.

E em 2012 tem mais Homem Morcego por aí…





Coração Desenfreado

30 07 2010

É da natureza humana a ideia de “honra”. Ela é tido por muitos como algo que não tem valor para ser comprado, mas que deve ser conquistada e provada por meio de ações que sigam determinadas posturas – como ser bom, ético, por ex. Estas ações muitas vezes vão contra o pensamento lógico, como no exemplo do harakiri, da cultura oriental [prática em que os samurais que acreditavam que tinham perdido sua honra cometiam suicídio, com um corte profundo de suas katanas no estômago]. Já para outros a honra nada significa, não há nenhum valor rígido que deva ser seguido, que deva ser respeitado.

Por outro lado, a teimosia também é uma característica humana. Ela consiste em uma posição ou atitude irredutível, baseada em algum pensamento, algum motivo. E, por muitas vezes, somos teimosos por sentirmos nossa honra ferida, não mudamos atitudes ou pensamentos por pensar que estamos sendo desonrados.

Fiz todo esse rodeio para perguntar para você: a honra de um homem tem preço? Mas como diferenciar em alguns casos honra de uma mera teimosia?

Crazy Heart  (Coração Louco), de Scott Cooper,
fala muito sobre isso, sobre esta confusão entre o que é ser teimoso, e o que é manter sua honra, respeitar determinados valores. Jeff Bridges está no papel do veterano cantor country Bad Blake, que finalmente lhe rendeu seu Oscar de Melhor Ator, neste ano de 2010. Blake é o exemplo do que a fama pode causar a qualquer um que se deixa iludir por todo o dinheiro, prazer e insanidade que surge após alguns sucessos. Ele é um velho barbudo, sujo, alcoólatra, fora de forma. Em plena decadência, tem que realizar apresentações em cidades de beira de estrada do interior dos Estados Unidos, transando com velhas que nele enxergam o ídolo de um passado tão distante.

Dependendo destas apresentações furrecas pela falta de dinheiro, Blake segue até uma pequena cidade, quando conhece uma jornalista que o encanta. Ali, Blake relembra como é se importar com alguém. Enquanto isso, ele tem novas chances em sua carreira, tendo a possibilidade de fazer um show para um grande público. Qual o problema? Ele, que sempre foi o astro, teria que abrir o show principal, que é de seu antigo pupilo (e que se tornou um desafeto), Tommy Sweet – interpretado por um canastrão Colin Farrell.

É neste ponto que o dilema se instaura: o que é mais importante, a honra de não se sujeitar a abrir o show de seu antigo aprendiz – atual desafeto -, ou continuar na merda? Mas não seria simplesmente parar de teimosia e perceber que os tempos são diferentes, e aquela é a unica chance? Daí em diante o filme segue neste caminho, mostrando que às vezes confundimos honra com teimosia.

Cooper, o diretor e também roteirista, mostra que esta dicotomia é onipresente na vida de Blake, seja nos shows, seja na falta de coragem para pedir ajuda com sua saúde, no seu vício com a bebida. Maggie Gyllenhaal, que interpreta a jornalista com quem Blake se envolve, se torna aquele fio que não deixa o veterano músico morrer, e que mostra que teimosia é algo diferente de se sentir honrado. E tal qual um viciado que precisa admitir todos seus erros, e viver “um dia de cada vez”, Jeff Bridges trilha este sinuoso caminho para a redenção.

Vale destacar também a poderosa trilha sonora, com músicas tocantes e cativantes, na voz do próprio Jeff Bridges, o maior atrativo do filme. Dando personalidade à este decadente cantor de country,  é dele a intensidade do filme. Potente como um cavalo selvagem a ser domado, “Coração Louco” mostra que o caminho à redenção não tem idade.

“Coração Louco” – Bom





Comic-Con: o paraíso ou o inferno?

29 07 2010

Ano vem, ano vai, e para quem é fã de quadrinhos eesta época do ano sempre tem a mesma ansiedade: no fim de julho acontece em San Diego, nos Estados Unidos, a San Diego Comic-Con. Em um centro de convenções se reúnem todo tipo de viciados em games, quadrinhos, nerds, geeks e por aí vai. Bem, obviamente você já deve ter lido sobre a Comic-Con, se não acompanha as novidades por ela trazidas a cada edição inédita. Então faço a pergunta que dá nome a este post: a Comic-Con é o paraíso ou o inferno?

Fotógrafa Maravilha, para delírio da geral

Bem, a resposta, pra mim, é obviamente relativa: se você prefere o quadrinho mainstream, as nossas tão amadas e ao mesmo tempo odiadas mega-sagas, lá é o paraíso. Se não gosta, deve achar um inferno… mas você, caro amigo off-stream, deveria rever seu conceito.

Em primeiro lugar, lá é um centro de encontro de tudo. Seja você o Dan Didio ou a versão em carne e osso daquele gordo fã de HQs dos Simpsons, é ali que você quer estar: seja para ver o painel sobre a adaptação para o cinema do Lanterna Verde, seja para caçar roteiristas, desenhistas e arte-finalistas indies e seus respectivos autógrafos – e um papo descompromissado sobre qualquer coisa.

Em segundo lugar, há de se lembrar que as editoras off-stream e indies norte-americanas estão ali para mostrar seus trabalhos. É tão difícil para que você consiga achar essas obras novas em bancas e mesmo em comic shops especializadas, então por que não ficar ligado no que pode aparecer por ali?

No fim das contas, é óbvio que a propaganda é a alma do negócio. Não haverá lucro algum se não houver enormes stands com novidades sobre Thor, Vingadores, Tron, Lanterna Verde e afins. Para a maioria, é isso mesmo que importa: o que chama atenção,  o que brilha. Mas por causa disso que os pequenos podem se aventurar por ali, mostrar humildemente seus trabalhos e enriquecer ainda mais o mercado de quadrinhos.

PS: Este blogueiro que vos escreve ainda planeja guardar dinheiro e visitar aquela maluquice – mas não vai vestido de Batman; talvez de Jesse Custer.





“A volta dos que não foram”

27 07 2010

Bem, este é o primeiro post no blog novo, depois de meses e meses de ideias e falta de coragem de transformá-las em realidade. Mais maduro após um estágio em jornalismo diário, volto à minha paixão: histórias em quadrinhos, cinema e piadinhas infames.

Aqui vou indicar meu blog antigo, para quem se interessar – www.hqsubversiva.blogspot.com … mas o que realmente importa, daqui em diante, é o que será postado aqui!

Bem vindos!








%d bloggers like this: