Trabalha, Morgan

30 06 2011

Primeira imagem da 6ª Temporada





Mission Impossible: Ghost Protocol

30 06 2011

E não é que está promissor?





Prometheus – sinopse?

30 06 2011

E o Omelete repassou mais informações interessantes sobre Prometheus; desta vez, parece que é a sinopse oficial:

Terra. Ano 2058.
Escavações arqueológicas na África revelam artefatos alienígenas que mostram que os humanos foram geneticamente criados por uma avançada raça alienígena, os ‘space jockeys’. Esses ‘deuses aliens’ terraformaram a Terra para torná-la habitável para suas criações humanas. Entre os achados da escavação, há coordenadas para chegar ao planeta dos deuses aliens, Paraíso.
Meses depois, a Weyland Corp. lança a espaçonave Prometheus para fazer o primeiro contato. Graças a velocidade acima da luz, em alguns anos a Prometheus chega ao sistema Zeta Riticuli. Os humanos são recebidos por seus criadores, depois transportados além no espaço para um mundo assustador e, ao mesmo tempo, fascinante. Os deuses alienígenas estão orgulhosos de suas ‘crianças’, a sua primeira criação que alcança tal nível de inteligência.
Como recompensa, eles dividem pedaços de sua espetacular biotecnologia com os humanos. Mas para um membro da Prometheus isso não é suficiente. Em um ato ardiloso, ele rouba o biocódigo-fonte que permite a terraformação de planetas, uma tecnologia que está na origem de todo o poder dos deuses e que poderia igualar os humanos aos seus criadores.
Os deuses aliens podem ser cientistas, mas são também conquistadores cruéis e destruidores de planetas, que não aceitarão os humanos como iguais. Eles lançam sobre a equipe humana em fuga sua favorita arma biológica, uma criatura usada para ‘limpar’ mundos antes da colonização. Mas algo dá errado no processo e os humanos conseguem voltar a arma contra seus criadores, dando à luz uma linhagem maior, mais malvada e mais esperta dessas criaturas. Criaturas que serão a perdição do Paraíso. O que sobrou da equipe da Prometheus consegue escapar do amaldiçoado planeta.
No seu encalço, um sobrevivente dos deuses aliens, a bordo de uma muito familiar espaçonave, tem uma última missão: levar a ira dos deuses à Terra.

"Deste o fogo à Humanidade e pagarás pelo preço de teu erro"





Ainda sobre All-Star Western Comics

29 06 2011

O Newsarama publicou uma entrevista interessante com a dupla Jimmy Palmiotti e Justin Gray, que serão responsáveis pela promissora All-Star Western Comics, que vai reunir os personagens do núcleo Velho Oeste da DC Comics. Nos pontos mais importantes, vale destacar que a dupla está empolgada com as possibilidades do cenário principal da série, Gotham City. Além disso, a dupla garante que o tom das atuais aventuras de Hex será mantido, mas que não serão mais do tipo “tiro-curto”, pois haverá uma continuidade e menos diversidade de cenários – porque a maioria das tramas se desenvolverá em Gotham, local onde o Caçador de Recompensas confederado irá chegar por conta da caçada a um serial killer. Palmiotti e Gray ainda garantem que não irão amenizar o conteúdo violento e/ou polêmico, e anteciparam que Moritat será o desenhista regular da série. Bem, se eles garantem que não vão pegar leve, a esperança de uma HQ bem interessante continua…

Jonah Hex por Moritat





Prometheus

29 06 2011

O Omelete repassou trechos de entrevistas muito interessantes de Damon Lindelof e Ridley Scott a respeito do que veremos em Prometheus, prequel da franquia Alien. Cliquem aqui para ver todas as citações de ambos, mas destaco abaixo minhas duas:
Você pode fazer um prelúdio a Star Wars, mas eu não preciso da história do clã Skywalker. Mostre-me algo e deixe eu adivinhar o desfecho. Não existe suspense no inevitável.” – Lindelof
A NASA e o Vaticano concordam que é quase impossível, matematicamente, que que estejamos hoje na Terra sem que tenha havido uma ajudinha no meio do caminho. É para isso que estamos olhando, para algumas das ideias de Eric van Daniken a respeito do surgimento da humanidade” – Ridley Scott





Unstoppable

28 06 2011

Tony Scott nunca foi grandes coisas: nunca teve ótimos momentos como seu irmão, mas conseguiu desenvolver, ao longo dos anos, uma espécie de estética só sua. Com suas cenas repletas de blurring (aquele efeito meio borrado), fotografia meio “suja”, ele conseguiu fazer seu nome em Hollywood – não que isso signifique muito, claro. Quando fiquei sabendo do lançamento de Incontrolável, de 2010, nem dei muita bola, pra ser sincero. Porém, depois de ler alguns textos interessantes sobre o filme, resolvi dar uma chance ao Tony, e não é que ele me surpreendeu? O filme, baseado em fatos reais, conta um quase-desastre envolvendo um trem desgovernado pelo estado da Pensilvânia. Este trem foi salvo pela ousadia e coragem de dois homens comuns, condutores de um trem que quase se choca frontalmente com o descontrolado e “incontrolável” 777. O mérito principal do filme é sua parte técnica (não à toa foi indicado ao Oscar de Efeitos Especiais): com tomadas lindíssimas e uma fotografia impecável, o filme cria ainda um nível absurdo de tensão – pois não se sabe se o trem vai bater, se vai ser freado. Além disso, Scott contou com uma ótima dupla de protagonistas – Chris Pine e Denzel Washington -, que têm uma química bem legal e boas atuações. Há, ao fundo, ainda a mensagem do homem comum que desafia os poderosos (personificados pelo chefe de tráfico da companhia férrea, que faz cagada após cagada) e salva o dia por motivos nobres – sem cair num mais do que provável patriotismo vazio. Recomendado!

“Incontrolável” – Muito Bom





Bronson

27 06 2011

Michael Gordon Peterson é considerado o “prisioneiro mais violento da história da Grã-Bretanha”. Preso em 74 por conta de um assalto, foi sentenciado a 7 anos de prisão. Porém, atrás das grades Peterson se transformou em uma espécie de fúria personificada, e adotou a alcunha de Charles Bronson. Bronson passou mais de 30 anos de suas inúmeras penas prisionais em uma solitária. Sob as mãos de Nicolas Winding Refn, o prisioneiro está eternizado. Em Bronson, de 2008 (o filme foi lançado em 2009, mas consideremos neste post a data fornecida pelo IMDB), um irreconhecível Tom Hardy dá vida a um personagem fascinante, intenso e brutal.

A tônica de “Bronson” é relativamente simples: Refn alterna momentos de reflexão e devaneios do personagem principal com acontecimentos brutais ao longo da vida de Charles. Numa espécie de pingue-pongue entre as incontáveis brigas e “peripécias” de Bronson atrás das grades contra guardas e prisioneiros, vemos uma persona circense num palco diante de uma platéia ávida por gritos, sussurros, sangue, choro e risos. Nesta mistura de fatos e epifanias, a trilha sonora composta por melodias clássicas tem papel crucial na construção deste personagem único.

Não sei se sou o único, mas vejo grandes semelhanças entre “Bronson” e “Laranja Mecânica”, de Kubrick. O caminho de Charles Bronson e Alex DeLarge é distinto: enquanto o musculoso bigodudo insiste numa luta eterna contra o Sistema, DeLarge aceita o papel que lhe é incumbido; porém, a certo ponto, ambos conseguem a mesma liberdade. A diferença principal é que o jovem delinquente de Kubrick se submete aos desejos dos poderosos que podem torná-lo um homem livre – mesmo que à custa de muito sofrimento físico e psicológico -, enquanto Charles quebra o Sistema à base de violência, balbúrdia e até um senso anárquico. A Rainha se cansa de tantos problemas causados por Bronson, e decide libertá-lo a certa altura. Mas sua casa não é o mundo, Bronson é o fator complicador de toda uma estrutura rígida e xiita de reclusão.

“Bronson” é, em primeiro lugar, uma história brutal e, de certo modo, onírica de um personagem único. Uma “aberração social” que passou a maior parte de sua vida isolado do mundo, confinado a alguma cela suja, fria e minúscula, que não sabe viver com a liberdade em suas mãos. Completamente desajustado às relações sociais com outras pessoas, Bronson se faz ser entendido por meio da brutalidade e da violência. O verdadeiro Michael Gordon Peterson disse, em gravação, antes da premiere do filme na Inglaterra: “Estou orgulhoso desse filme, porque se cair morto amanhã, continuarei vivendo. Não faço rodeios quanto a isso, eu realmente era… um homem violento, nojento, horrível. Não tenho orgulho nem arrependimento quanto a isso…” Tom Hardy traduz com fidelidade isso: é um incêndio que não se apaga, um terremoto que não para. E assim o seguirá, imortalizado.

“Bronson” – Muito Bom








%d bloggers like this: