Tá bombado, hein, Super?

24 08 2011

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The Lady

24 08 2011





Vai, Robin

23 08 2011





Lobo Solitário

23 08 2011

Por que raios o Justin Lin tá em todas?





Akira (1988)

22 08 2011

Determinados devaneios e sonhos sombrios nasceram fadados a permanecerem no mundo dos sonhos. Outros conseguem espaço para serem fielmente traduzidos apenas em meios cuja liberdade de expressão é infindável. Me desculpem se isso soe tradicionalista ou cético demais, mas a verdade é a seguinte: Akira, de 1988, nunca vai ser um bom live-action. O sonho violento, cru, grandioso e visceral de Katsuhiro Otomo nunca terá às mãos, no cinema live-action, ferramentas suficientes pra transmitir sua mensagem. Não importa quanto os efeitos especiais evoluam, a brutalidade e intensidade não pode ser repassada com atores de verdade na telinha. Até porque a animação é das coisas mais geniais já feitas neste formato e envelheceu bem demais; lançada há 23 anos, a riqueza visual ainda impressiona. Obra-prima criada para o desenho, e apenas para ele.

“Akira” – Excelente





Um ótimo programa para os paulistas (e paulistanos, claro)

22 08 2011

Nesta terça (23), o quadrinista/cartunista brazuca Gustavo Duarte lança seu terceiro álbum, Birds, no Sabiá Bar e Restaurante (Rua Purpurina, 370 – Pinheiros), às 20h. Depois, em Bauru, na quinta-feira, dia 25, no Templo Bar (r. Benjamin Constant, 1-34 – Centro), também às 20h. O artista, que já realizou ótimos trabalhos em e Taxi mostra força em sua narrativa visual sem diálogos e traço altamente estilizado. Segundo fontes fortes, Rafael Grampá também estará presente no lançamento, o que deixa tudo ainda mais interessante. Pra quem não puder ir e quiser adquirir o novo álbum, além de comic shops, também será possível comprar a HQ diretamente com o autor em seu site pessoal.





Captain America – o texto!

21 08 2011

Adaptar aos cinemas o personagem mais icônico da nação mais odiada da contemporaneidade é um grande desafio. Claro que neste mundo “globalizado” que habitamos a indústria demanda lucros de respeito ao longo do globo, o que impulsiona (em tese) um diretor a se apegar às características mais primordiais deste personagem: a perseverança e coragem de um homem. Conseguir fazer isso na forma de um ótimo filme de aventura, ao melhor estilo HQs de guerra e aventura com tiros, explosões e boas cenas de luta é um feito que merece palmas. Capitão América, de 2011, de Joe Johnston consegue se esquivar do patriotismo vazio que o personagem poderia inspirar, e recoloca a Marvel Studios nos eixos às vésperas da ousada aventura dos Vingadores nas telonas.

O filme já começa bem ao optar por mostrar as primeiras aventuras do Cap na 2ª Guerra, onde Steve Rogers [Chris Evans, calando minha boca muito bem no papel] realmente se tornou o símbolo e herói conhecido por todos. Com a presença do Comando Selvagem – ver Dum Dum Dugan [Neal McDonough] atirando pra lá e cá é ótimo!!  -, Bucky Barnes [Sebastian Stan], Peggy Carter [Hayley Atwell], Dr. Zola [Toby Jones] e, principalmente, o Caveira Vermelha [Hugo Weaving mais uma vez esbanjando talento] dão vida e ritmo interessante ao filme. Com ótimas sequências de ação, efeitos especiais impressionantes – Chris Evans como Rogers antes da infusão do supersoro é sensacional – e um roteiro eficiente, Capitão América põe a Marvel Studios nos trilhos após o relativo fracasso de Thor e Homem de Ferro 2, obras que me pareceram mais preocupadas em tentar construir a base deste gigantesco crossover que realmente dar atenção devida aos personagens. Agora é aguardar 2012, e Os Vingadores tem tudo pra ser um sucesso estrondoso.

“Capitão América: O Primeiro Vingador” – Muito Bom








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