Django Unchained – primeiras fotos

26 04 2012

Massa!





Lawless – trailer

25 04 2012

Trailer do novo de John Hillcoat. Elenco interessante! (via nosso grande amigo Ronald Perrone, do Dementia 13)





Shame (2011)

24 04 2012

Texto breve e conciso pr’um filme que não merece mais do que isto: Shame, de 2011. Nova parceria entre Steve McQueen (não o nosso ídolo, aquele outro lá, cineasta “novato”) e Michael Fassbender, o filme conta um pouco sobre a vida de Brandon Sullivan, homem bem-sucedido, com relações familiares estremecidas (pra não dizer inexistentes) e viciado em sexo. Planos-sequência bem arquitetados, imagens lindas, um jogo de cores que transita entre o séptico e o vívido, um bom elenco. Elementos que deveriam garantir um bom filme, certo? Na minha opinião, não. Como se comover com o drama deste adicto se não há conexão com este personagem? De um modo bem melhor que o meu, Inácio Araújo destaca que este é um “genuíno filme de artista, no pior dos sentidos possível pra esta condição“. Me parece que falta aquele “algo a mais” ao filme, algum tipo de vínculo com seu espectador. Os defensores de Shame dizem que a obra é um bom retrato de uma sociedade individualista, de relações superficiais, de um mundo pós-moderno desconstruído, distante. Não consigo ver isto no filme, me desculpem. Para mim, é apenas algo ambicioso e, ao mesmo tempo, mal-sucedido. Podíamos ter ficado sem esta – e nem a nudez da gracinha Carey Mulligan salva…

Shame” – Ruim





Bob Dylan por Grampá

23 04 2012





Viva São Jorge!

23 04 2012

Protegei-nos dos nossos inimigos, dai-nos força. Salve, Jorge!

 





Mostra Abel Ferrara – jogo rápido

22 04 2012

Amigos, nas últimas duas semanas aconteceu, no CCBB aqui do Rio de Janeiro, a mostra “Abel Ferrara – A Religião da Intensidade”. Com diversos filmes do diretor – nem todos em 35mm, infelizmente -, a mostra se encerra neste domingo (22/04), e seguirá para Brasília e São Paulo. Um dos principais atrativos foi a presença do cineasta para um debate, realizado neste sábado (21); uma pena que a tradução ao vivo e (quase) simultânea tenha atravancado as ideias de Ferrara, que estava acompanhado da atriz (e namorada) Shanyn Leigh. De qualquer modo, quem esteve presente pôde saber, em primeira mão, que Ferrara tem um roteiro completo e está na fase de captação de recursos para filmar uma espécie de biografia de Pier Paolo Pasolini – um de seus cineastas prediletos. O filme será protagonizado por Willem Dafoe, e ainda deve tentar filmar sequências que o próprio italiano não conseguiu executar em vida.

Ao contrário do que se esperava, Ferrara não estava tão “chapado” quanto em outros momentos célebres de sua carreira, e ainda falou sobre alguns temas, como sua inimizade com Vincent Gallo – Ferrara se contradisse, afirmando que não estava “completamente chapado durante a filmagem de ‘The Funeral‘” – , sua antipatia pelo jeito que Michael Mann filma (Mann e Ferrara trabalharam juntos na década de 80, quando o ítalo-americano dirigiu alguns episódios de Miami Vice), além de más recordações da época de “Invasores de Corpos”, refilmagem que dirigiu em 1994. Ao fim, Ferrara ainda explicou o porquê de seu ódio pelo remake de Bad Lieutenant, dirigido por Werner Herzog e protagonizado por Nicolas Cage: de acordo com o diretor, a alcunha Bad Lieutenant significa, para ele, um trabalho fruto de muito esforço, dedicação e “sangue”, de um tempo no qual Harvey Keitel comprava café e cigarros para a equipe de produção – devido a falta de recursos para a produção. Assim, “me revira o estômago pensar que uma obra tão importante, difícil de ser feita e conquistada com muito trabalho se transforme num filme de bosta que custou US$8 milhões, e na qual apenas os produtores lucraram; não odeio o Herzog, quero que ele o Cage se fodam, não estou nem aí, mas o que me deixa puto é o que fizeram com nosso filme”, afirmou. Bem-humorado, o carrancudo e vampiresco diretor conquistou a plateia com sinceridade e, claro, uma pitada de ranzinzice.

Mesmo com um acervo de filmes em 35mm menor do que se esperava, a mostra vale a pena por conta de obras menos conhecidas de Ferrara, como sua recente fase documental – com Mulberry St. (2010), Chelsea on the Rocks (2008) e Napoli Napoli Napoli (2009) -, e todos seus grandes clássicos, como Rei de Nova York (1990), Vício Frenético (1992), O Funeral (1996), Sedução e Vingança (1981), dentre outros. Aos amigos de Brasília e São Paulo vale a recomendação: não percam!





Don’t mess with Woody, the sheriff

20 04 2012








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