Up on the ladder of our time to escape

13 10 2012

Não há inspiração que se atravanque com tal visão. Com tal lembrança vívida, quase táctil de alguém. De alguém que é algo que é tantas outras coisas, tão indefinível. Misterioso tal qual somos nós todos, no âmago de cada um. É incrível que tanta lógica se perca no meio deste labirinto, desta conjuntura de sentimentos quase irracionais. Mais incrível ainda é pensar que esta conjuntura, esta visão tão poderosa não é única: se multiplica conforme nossa vida anda. Se pra frente ou para os lados, não sei informar, mas sei que anda e anda sem pensar pr’onde vai correr. E, junto com isso, há tantos pontos em comum! Quantos encontros, gostos, ideologias e sonhos em comum, recorrentes. Presentes. Então, bem, o que nos resta além de escrever? De tentar traduzir um bocado desta confusão boa, desse emaranhado de memórias? De tentar vivê-los mais uma vez… ressignificá-los. De quiçá mantê-los vivos. Se, um dia, o foram.


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