Eis que surge: Playstation 4

21 02 2013

Em suma: o PS4 será uma espécie “super computador”, com 8GB de memória interna – pra você ter noção, o PS3 possui 512MB de memória somando a do sistema e a de vídeo. O Dualshock sofreu alterações, e agora possuirá uma touchscreen em seu centro, pela qual o usuário poderá compartilhar partidas, vídeos, além de fazer transmissões em tempo real do que estiver jogando. Outra novidade é o “modo de suspensão”, pelo qual apenas pressionando o botão Power o jogador poderá sair ou voltar pro jogo, sem telas de carregamento. Outro investimento da Sony é em relação ao portátil PS Vita: todos os games para PS4 poderão ser jogados no Vita, confirmando o plano da empresa de se aproveitar da conectividade para com outros aparelhos, como smartphones e tablets, para que haja transmissões de telas secundárias dos jogos, ou mesmo que estes funcionem como telas para os games. De resto, jogos: deleitem-se.

 





Jimmy’s End

20 02 2013

Eis que descubro que Alan Moore agora está investindo mais em uma trajetória no cinema. Clique em Jimmy’s End para conferir o curta realizado em parceria com Mitch Jenkins, cuja descrição é, basicamente: “If Alice in Wonderland had gone down a David Lynch rabbit hole, this is where she would be,” observes one of the actors in this behind-the-scenes video. I’d say that’s a pretty apt description, as nearly every image reminds me of a Lynch production, from mysterious curtains to a crazy-looking clown.” Não me responsabilizo pelo risco!

jimmy's end





007 Skyfall (2012)

5 02 2013

Decidi tentar rascunhar algumas palavras sobre 007 – Skyfall, de 2012, apenas após uma revisão. O filme, dirigido por Sam Mendes, é, sem dúvidas, o melhor da franquia nesta “era Daniel Craig”, e, pelo menos pra mim, o melhor de toda a série. E a chave de compreensão para que o filme seja tão incrível é a temporalidade: Skyfall flerta com o aniversário de 50 anos da série por meio de um revisionismo de boa parte dos pilares centrais das aventuras de James Bond. Desde a construção do vilão Silva [Javier Bardem está poderoso], passando pelas reviravoltas e ganchos dramáticos da trama – morte e ressurreição, o questionamento sobre a eficácia da espionagem “antiquada” contra inimigos “modernos”, etc. -, Skyfall está claramente relendo toda a mitologia de Bond, atualizando-a, sendo ousado em seus rumos narrativos. No filme você encontra tudo o que se espera, historicamente, de uma obra da franquia: sequências de ação ao longo do globo, femme fatales, personagens icônicos, um grande vilão insano e excêntrico; entretanto, todas as marcas típicas da série são diferentes, quase que modernizadas: desde o novo Q [Ben Whishaw, também muito bem], Mallory [Ralph Fiennes], Eve [Naomie Harris], os gadgets e principalmente a referencialidade à mitologia de Bond (o carro clássico, as piadas sobre renovação e mudança, dentre outros). Além disso, é importante ressaltar que Sam Mendes se esquiva do uso da shaky cam (a infame câmera tremida, instaurada no cinema de ação pós-Identidade Bourne), abusando da câmera focalizada e dinâmica, que se atenta às texturas, às cores, aos personagens e às ações; com isso, o ritmo grandioso do longa é perfeito para suas propostas, com 2h23min que passam voando. Ao fim, a temporalidade se instaura mais uma vez, abrindo ganchos para futuras aventuras do famoso espião,  agora mais renovado e, ao mesmo tempo, fiel às suas raízes; melhor presente de cinquenta anos eu realmente não consigo imaginar.

sky








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