The Wolverine – trailer

27 03 2013

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Batman Detetive – edição especial Arkham City

25 03 2013

Em 2011, foi lançada a sequência do ótimo jogo Batman Arkham Asylum, intitulada Batman Arkham City. O game, tal qual o anterior, é roteirizado pelo competente e experiente Paul Dini, roteirista familiarizado com o bat-universo em geral. Como “brinde”, a edição de Arkham City traz uma edição especial com histórias do Morcego roteirizadas por Dini, sob o nome de “Batman Detetive”. A HQ traz seis histórias ao todo, além de historietas de no máximo duas páginas, contando as origens de personagens diversos desse universo do Batman, como Robin, Coringa, Charada, Pinguim, Mulher-Gato e, claro, o próprio Batman. Devo confessar que não me recordo de nenhuma trama ou arco em particular de Paul Dini, e me surpreendi com o conteúdo selecionado pela DC Comics pra fazer parte desta compilação: as histórias trazem ótimas ideias e personagens sob perspectivas diferentes – como o Charada, “recuperado” de sua vida criminosa e agora atuando como detetive profissional, e Pinguim, agora dono de uma boate “especial” para recepcionar os seus ex-colegas de submundo. No geral, as histórias possuem um ritmo de leitura bastante agradável, focado principalmente nas habilidades detetivescas do Morcegão, além de estarem repletas de ótimas sequências de ação. Na minha opinião, há duas cujo nível se destaca perante o resto: “Viagem Assassina” (roteiro de Paul Dini e desenhos de Don Kramer) e “Amor Bandido” (roteiro de Darwyn Cooke, desenhos de Tim Sale). Em “Viagem”, temos uma narrativa tensa e ágil do início ao fim, mostrando um embate claustrofóbico e motorizado entre Robin (Tim Drake) e o Coringa em uma violenta noite de Natal em Gotham; Dini se utiliza bem das características dos seus personagens, trazendo um Coringa insano, meticuloso e assassino, além de um Robin inteligentíssimo, sangue-frio e estrategista. Os fluxos narrativos da trama ajudam nesta tensão que permeia a história, com pensamentos em off de Tim, enquanto o Coringa vocifera e intimida o ajudante do Batman. Já “Amor” representa um descompromissado e fluido exercício de narrativa, com uma luta/jogo de conquista entre Batman e Mulher-Gato. A construção das cenas e diagramação das páginas deixa a história ágil e gostosa de ler, auxiliada pelo traço limpo e estilizado de Sale. No geral, as histórias mostram facetas típicas destes personagens do universo de Batman, além de serem “isoladas”, o que facilita o adentramento do leitor iniciante/descompromissado nas tramas. Sem dúvidas, bola dentro da DC: boa seleção de artistas, personagens e histórias para o brinde, atraindo assim novos leitores para suas bat-séries regulares. Leitura altamente recomendada – principalmente por vir junto com o game Arkham City, que é sensacional!

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“Batman Detetive – edição especial Arkham City” – Muito Bom





Último Round

15 03 2013

“(…) apelo então para a minha própria situação de contista e vejo um homem relativamente feliz e cotidiano, envolto nas mesmas mesquinharias e dentistas de todo habitante de uma cidade grande, que lê o jornal e se apaixona e vai ao teatro e que de repente, instantaneamente, num percurso de metrô, num café, num sonho, no escritório enquanto revisava uma tradução suspeita sobre o analfabetismo na Tanzânia, deixa de ser ele-e-suas-circunstâncias e sem razão alguma, sem pré-aviso, sem a aura dos epilépticos, sem a crispação que precede as grandes enxaquecas, sem nada que lhe dê tempo de apertar os dentes e respirar fundo, é um conto, massa informe sem palavras nem caras nem princípio nem fim mas já um conto, uma coisa que só se pode ser um conto e então logo a seguir, imediatamente, a Tanzânia que se dane porque esse homem vai botar uma folha de papel na máquina e começar a escrever mesmo que seus chefes e as Nações Unidas em peso lhe aluguem as orelhas, mesmo que sua mulher o chame porque a sopa está esfriando, mesmo que ocorram coisas terríveis no mundo e ele precise ouvir as notícias pelo rádio ou tomar banho ou ligar para os amigos. Lembro-me de uma passagem curiosa, creio que de Roger Fry; um menino precocemente dotado para o desenho explicava seu método de composição dizendo: First I think and then I draw a lline round my think (sic). No caso desses contos acontece exatamente o contrário: a linha verbal que os desenhará  começa sem nenhum think prévio, há como um coágulo enorme, um bloco total  que já é o conto, isto é claríssimo embora nada possa parecer mais obscuro, e justamente aí reside essa espécie de analogia onírica de sinal invertido que existe na composição desses contos, porque todos nós já sonhamos coisas imediatamente claras que, uma vez acordados, eram um coágulo informe, uma massa sem sentido. Será que se sonha acordado ao escrever um conto? Sobre os limites entre o sonho e a vigília, já se sabe: basta perguntar ao filósofo chinês ou à borboleta.”

[Julio Cortázar]

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To the Wonder – trailer

9 03 2013

Creio que nos foi concedida a dádiva de ver filmes novos de Terrence Malick, conforme os anos passam. Filmes inéditos, no cinema. A meu ver, não devemos nunca perder essas chances. Aguardando ansiosamente, desde muito tempo, e, depois desse trailer, ainda mais.





Iron Man 3 – Trailer 2

5 03 2013




“League Of Extraordinary Gentlemen: Nemo, Heart Of Ice”

5 03 2013

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