A Good Day to Die Hard – trailer

4 10 2012

McClane vive!





Die Hard 24/7

2 02 2011

Essa é boa: o mais novo rumor acerca do quinto filme da série Duro de Matar é que o vilão será novamente um membro da família Gruber – vilões da parte 1 e parte 3, as melhores da série. Agora não sei se vão querer inventar um novo irmão, ou se será um sobrinho, filho… só sei que, se confirmado, é mais uma maré de azar pra família.

Matei dois, mato o terceiro





Porra, McClane

5 10 2010

Duro de Matar 5 será rodado em 2011
Bruce Willis diz que Len Wiseman voltará à direção

Já deu, né, McClane, sossega o facho!

Chega, né, Bruce!





One last time, McClane

12 09 2010

Ser comparado com os tempos áureos é o mal que mais acomete filmes que tentam retomar grandes franquias. Isso aconteceu com inúmeros personagens, como a dupla Riggs e Murtaugh, em Máquina Mortífera 4, por exemplo. E este o mal que mais acometeu a última aventura de John McClane, em Duro de Matar 4.0, de 2007. Len Wiseman foi o diretor escolhido para conduzir esta última aventura do detetive mais azarado de Hollywood. Len, diretor de pouca expressividade, estava em voga na época depois de ter feito as duas primeiras partes de Underworld, filme de vampiros, lobisomens e tiroteios em câmera lenta – que não são nada acima da média, diga-se de passagem. Cabia a ele honrar o legado construído por Willis, Harlin e principalmente McTiernan.

Na trama, Thomas Gabriel [Timothy Olyphant] contrata diversos hackers para desenvolver programas. Com os programas desenvolvidos, ele invade as networks do governo norte-americano e exige uma enorme quantia em dinheiro em troca deste controle. Um dos hackers contratados por Gabriel é Matt Farrell [o eficiente Justin Long]; Farrell acaba sendo preso por ordens policiais pelo detetive John McClane [Bruce Willis]. Porém, como sempre, McClane está no lugar errado, na hora errada: Gabriel havia enviado homens para verificar a morte do hacker. McClane mata os capangas e descobre que terá que trabalhar ao lado do hacker para prender Gabriel. A partir daí, vemos um intenso jogo de gato-e-rato entre Gabriel e sua gangue contra a dupla McClane-Farrell.

A trama de Duro de Matar 4.0 é eficiente, mas nada acima do comum. Ao trazer esta ameaça digital para McClane, um cara conhecidamente “atrasado” em novas tecnologias – vide Duro de Matar 2 -, os roteiristas conseguem o co-protagonista. Diferente de Samuel L. Jackson em Duro de Matar: A Vingança, o humor de Justin Long é diferente, menos ácido, sendo o hacker Farrell um personagem muito mais frágil do que Zeus (papel de Jackson na terceira aventura de McClane). A química entre os dois funciona bem, principalmente pela intimidade de Willis com John McClane, mas não se torna um ponto positivo para o filme.

A escolha de Timothy Olyphant como vilão se mostra insuficiente: o ator não tem o carisma necessário de um vilão da franquia. Tudo bem, os tempos são outros, o vilão é muito mais “cerebral” e digitalizado, mas mesmo assim acaba não convencendo: não consegue ser um personagem que impõe respeito ao detetive.

O grande mérito do filme se concentra em Bruce Willis. Completamente íntimo com o personagem, Willis consegue “atualizar” McClane nesta sociedade tecnológica e “internetizada”, o ator proporciona os melhores momentos do filme, como a sequência no túnel, ou a insanidade do caça do exército. Certeiro com armas e piadas, o filme é planejado para ser uma grande homenagem a John McClane – até pela idade do protagonista (Willis tinha 52 anos no lançamento do filme).

O ritmo de Duro de Matar 4.0 segue a linha dos outros filmes da série, onde cada vez mais problemas e desafios surgem diante de McClane e Farrell. O filme é muito mais homenagem à grandeza e carisma de John McClane do que uma tentativa de renovação, e consegue ser bem divertido, dentro de suas possibilidades. Com um último show de McClane, Len Wiseman consegue honrar o passado do detetive mais azarado da história de Hollywood sem desapontar os fãs – principalmente os mais novos, que cresceram vendo as aventuras de McClane em Tela Quente, Domingo Maior, Tela de Sucessos e outros, e puderam acompanhar no cinema uma genuína história de McClane.

“Duro de Matar 4.0” – Bom





A volta do filho pródigo

30 08 2010

Cinco anos haviam se passado desde a última maré de azar do tenente John McClane. Então, em 1995 chega a terceira aventura de McClane nas telonas, com Duro de Matar: A Vingança. Quem estava de volta não era apenas o ator Bruce Willis, no papel que já o havia imortalizado no cinema, mas também o diretor John McTiernan. McTiernan não filmava nada desde seu ambicioso – e o maior fracasso de bilheterias de Hollywood – O Último Grande Herói, com Schwarzenegger (ainda falaremos mais sobre este filme por aqui no HQ Subversiva). Para alegria do diretor, DDM:AV foi um sucesso, e é uma dos melhores filmes da série de aventuras de McClane nos cinemas.

Nesta terceira parte de Duro de Matar, John McClane está mais na pior do que nunca: seu casamento está em crise, ele está fora da força policial de Nova York, e as coisas não vão nada bem. Então o terrorista Simon Gruber [Jeremy Irons] – irmão de Hans Gruber, morto no primeiro filme – começa a fazer ameaças à cidade de Nova York, afirmando ter bombas espalhadas pela cidade, e que as detonará se John McClane não seguir suas específicas ordens. Assim, a polícia chama McClane de volta para a força para a solução deste caso. Em uma das tarefas que o tenente deve seguir, ele acaba cruzando o caminho do vendedor Zeus Carver [interpretado pelo hilário Samuel L. Jackson], e os dois precisam cumprir juntos os objetivos propostos por Simon, enquanto tentam pegar o criminoso.

O filme tem muitos pontos positivos, e um ou outro negativo. Começando pelas partes boas podemos citar a química entre Samuel L. Jackson e Bruce Willis, que proporciona muitas cenas de ação interessantes (como a da explosão no metrô), e bons momentos de comédia – como as discussões sobre racismo e a cena pós-inundação. Por muito tempo – até a aparição do vilão, Jeremy Irons – é a dupla que mantém o bom ritmo e nível das cenas do filme. O antagonismo entre os dois personagens alimenta ótimas piadas tanto de McClane como de Zeus, que se vêem presos ao incrível plano bolado por Simon.

Outro ótimo destaque é o competente Jeremy Irons na pele de Simon. Sem ter toda a canastrice de vilões anteriores, Irons dá um show com um personagem sutil, inteligente e maquiavélico. Por fim, é interessante notar como McClane, já estabelecido como um bad-ass depois do surreal Duro de Matar 2, volta um pouco mais àquela coisa de herói-fudido-e-ferrado, sem tantos momentos “super-heróicos” como na sua segunda aventura. Mesmo assim, há ótimas cenas nonsense, como a sequência das tubulações e a cena do táxi.

Mesmo com muitos prós, eu destaco como contras a participação dos atores coadjuvantes do grupo terrorista, como a amante de Simon e seu braço-direito, cujos nomes nem merecem ser citados aqui.

No fim das contas, DDM:AV retoma um estilo mais similar à primeira parte, principalmente, é claro, pelo retorno do diretor John McTiernan, depois do infortúnio de O Último Grande Herói. Soma-se a isso outra atuação de alto calibre de Bruce Willis naquele que se tornaria o personagem mais icônico de sua carreira, e as ótimas adições no elenco principal, como Samuel L. Jackson e Jeremy Irons. Com um ritmo alucinante, sequências de tirar o fôlego e aquele nonsense que amamos, DDM:AV é diversão garantida. Ah, e com o “Yippie-kay-ei motherfucker” de sempre, claro.

“Duro de Matar: A Vingança” – Muito Bom








%d bloggers like this: