Twixt

28 07 2011

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Apocalypse Coppola

8 02 2011

Estamos em 1975. Francis Ford Coppola é, provavelmente, o diretor mais influente e poderoso em Hollywood: depois de três grandes filmes, e um desempenho fenomenal no Oscar – indicações a melhor filme por A Conversação e Poderoso Chefão: Parte 2 -, o diretor estava no auge. Entretanto, quando se atinge o clímax, o único caminho a se seguir é, com certeza, a queda. Há anos Francis tentava emplacar uma ideia sobre um filme do Vietnã, chamado “Apocalypse Now“, e ele desejava que George Lucas o dirigisse. Depois de algum tempo de persuasão, e a negativa de George, Coppola resolveu dirigir o filme, baseado em um roteiro de co-autoria de seu grande amigo John Milius. Dali, após quatro intensos, penosos e sofridos anos surgiria Apocalypse Now, em 1979. O filme seria sua maior epifania, e a sua maior decepção, por tudo que representou, e como o modificou para sempre.

A trama mostra a trajetória do capitão Benjamin Willard [Martin Sheen, em um dos melhores papéis de sua carreira], designado para uma missão especial: encontrar e eliminar o coronel dissidente Walter E. Kurtz [Marlon Brando], que se rebelou contra o exército americano, e impôs um pequeno império de destruição aos aliados vietcongues dos Estados Unidos em território do Camboja. Willard deve cruzar todo o território vietnamita para chegar aos domínios de Kurtz, e para tal é levado por um pequeno barco aliado; no percurso, no entanto, Willard começa a perceber que as coisas não são tão simples quanto aparentam, e quão importante é sua missão para o conjunto da obra.

Apocalypse Now é, com certeza, um dos filmes de guerra mais importantes sobre o conflito no Vietnã. A obra representa uma pesada e intensa crítica ao american way of fighting, mostrando os efeitos da guerra em milhares de jovens enviados ao front, e como o alto escalão não esteve presente nos momentos mais importantes e decisivos da batalha – e quando esteve, as consequências eram catastróficas. O roteiro, até a última meia hora de filme é um dos melhores dos anos 70, com certeza. Somos apresentados a personagens fascinantes e, simultaneamente, perturbadores, como tenente coronel Kilgore [Robert Duvall], que não hesita em realizar uma ofensiva a um pequeno povoado, executando mulheres, velhos e crianças, para poder surfar em águas melhores. A famosa frase “adoro o cheiro de napalm pela manhã” é simbólica, representando como aqueles que comandavam os soldados não desejavam apenas vencer, como gostavam do poderio em suas mãos – decidir entre quem morre, e quem vive.

A longa jornada que Willard tem que trilhar para chegar a Kurtz vitima dezenas de jovens soldados que cruzam seu caminho; entretanto, o coronel não se abala mais, está calejado e tem consciência de quão nociva é a guerra como um todo. Neste sentido, há inúmeras sequências que corroboram com isso, como a abordagem ao barco vietnamita, a batalha das pontes e a chegada ao acampamento de Kurtz. Mas a parte final do filme, onde finalmente surge a sombria figura do coronel Kurtz e do fotógrafo americano [Dennis Hopper] espelha o processo de destruição e dor pelo qual não apenas Willard teve que passar, como o próprio Coppola.

O diretor negligenciou todas opiniões contrárias, e Apocalypse Now foi uma grande ostentação desnecessária de poder. A produção, que deveria ser lançada originalmente em 1976, acabou chegando aos cinemas apenas em 1980, com mais de duzentas horas de filmagens, e mais de dois anos para ser editado – estourado em mais de US$20 milhões do orçamento original. Neste processo, Coppola teve que colocar tudo que tinha como garantia para finalizar seu filme – propriedades, dinheiro e a sanidade financeira da American Zoetrope, que saiu mortalmente ferida deste processo. Para se ter noção, um tufão atingiu um dos sets de filmagem – fato já previsto pelo diretor Roger Corman em conversa com Coppola -, o protagonista Martin Sheen sofreu um ataque cardíaco – tendo que ser substituído por seu irmão em algumas cenas -, e Marlon Brando chegou ao set 40kg mais gordo do que esperado, sem saber uma linha do roteiro. Francis passou pelo inferno para superar tudo isso, e se afundou nas drogas, relacionamento extraconjugais e egocentrismo para tal.

Em 1979, mesmo sem ter o corte final do filme, Coppola venceu a Palma de Ouro em Cannes e o prêmio de melhor diretor nos BAFTA Awards. A arrecadação do filme bancou os custos exorbitantes da produção, mas não consistiu num sucesso de bilheteria: o mito Francis Ford Coppola ruiu. Isso se reflete no filme, onde a sequência final é, por inúmeras vezes, ininteligível, assemelhando-se muito mais a uma viagem de ácido do que a um roteiro solidificado e coeso. Mesmo assim, a obra sobrevive ao tempo, mostrando aspectos comuns a qualquer guerra, como o processo de insanidade pelo qual os jovens são obrigados a passar; o sucesso não se refletiu nas bilheterias porque o público já estava embebido nos blockbusters de Spielberg e Lucas, e desejava filmes mais otimistas – como “Rocky, Um Lutador”, de Stallone.

A partir de Apocalypse Now, as perspectivas pioraram para Francis. Ele já não era mais aquele diretor que estourava orçamentos e prazos mas conseguia sucessos inquestionáveis. Sua American Zoetrope não tinha mais força para sustentar epifanias e investidas tão audaciosas quanto Apocalypse Now – não à toa, no início dos anos 80 a produtora faliu, e Coppola teve que retornar a filmes com apelo comercial para recuperar capital. Francis já não era mais aquele diretor que escrevia, produzia e dirigia: ele tinha que filmar o que podia para sobreviver. Sua megalomania chegava ao fim, vitimando o cineasta que víamos durante os anos 70; como diz o Capitão América em Easy Rider, “jogamos tudo fora”. Coppola, como grande parte dos talentos de sua geração, como Hal Ashby, Robert Towne, Dennis Hopper e outros, realmente havia jogado tudo fora. O sonho finalmente acabou.

“Apocalypse Now” – Excelente





A Conversação

1 02 2011

Logo após o fenômeno Poderoso Chefão, em 1972, os novos diretores que começavam a tomar conta de Hollywood se tornaram ainda mais fortes, e Francis Ford Coppola era provavelmente o mais poderoso dentre todos. Afinal, depois de render milhões aos cofres da Paramount com a primeira parte da saga do clã Corleone, Coppola tinha todo o crédito e poder para fazer sua American Zoetrope o lar dos diretores-autores da Nova Hollywood, começando por si mesmo. Então, mesmo que relutantemente, Francis filma O Poderoso Chefão: Parte 2 para obter recursos para realizar um velho sonho: fazer A Conversação, de 1974.

O filme mostra a história do especialista em espionagem Harry Caul [Gene Hackman, assombroso], que após realizar um complexo trabalho de escuta de um casal, começa a se indagar os verdadeiros objetivos desta escuta. A partir daí, Caul se vê perseguido por todos ao seu redor: desde seus empregadores [Harrison Ford e Robert Duvall, em uma rápida participação] até por seu companheiro de trabalho mais fiel [John Cazale]. Ao fim, Harry começa a questionar sua confiança no mundo como um todo, enquanto deve decidir o que fazer com as gravações.

A lenda conta que Coppola já tinha a ideia embrionária de A Conversação pronta em 1966, e estava aguardando o momento mais propício para filmá-lo. O filme é, com certeza, um dos melhores da longa carreira do cineasta, que foi responsável pela direção, produção e roteirização; toda a trama se relaciona intimamente com o panorama político pelo qual os Estados Unidos passavam à época – o caso Watergate, mais especificamente. Então, Coppola monta este complexo personagem que é Harry Caul: um dos melhores do ramo de espionagem, ele mostra pouca confiança no mundo, tendo enormes dificuldades em se abrir, ou contar casos do passado. Além disso, há razções mais implícitas nas práticas de Harry, que vamos descobrindo apenas ao longo do filme.

Claro que os méritos não são apenas do roteiro; Francis realiza cenas maravilhosas, que transmitem toda a incerteza e paranoia do personagem de Hackman, e como a qualquer momento alguém pode traí-lo. Coppola constantemente gosta de antecipar os movimentos das personagens, o que proporciona cenas marcantes – como as sequências nas quais Harry toca saxofone em seu apartamento, a festa em sua oficina e a parte final do longa. Além disso, a capacidade do elenco corrobora com a qualidade do filme, com grandes atuações de Hackman, Ford, Cazale e outros.

A Conversação é um thriller psicológico de primeira linha, e não à toa é o filme favorito de Francis Ford Coppola; com uma trama envolvente, um constante clima de tensão, grandes atuações e cenas belíssimas, o filme é um dos melhores daquela geração Nova Hollywood. Além disso, também se percebe a insegurança e desconfiança política dos Estados Unidos à época, o que torna o filme ainda mais interessante. No fim das contas, Coppola realizou, com certeza, um dos melhores filmes da década.

“A Conversação” – Excelente





O Poderoso Chefão: Parte 2

25 01 2011

Após entrar para a história com O Poderoso chefão, em 1972, Francis Ford Coppola não queria voltar novamente à trajetória da família Corleone. Porém, receoso do apoio para seus projetos, e à procura de recursos e estúdios para embarcarem em seu projeto pessoal A Conversação, Francis decidiu fazer a esperada sequência O Poderoso Chefão: Parte 2, em 1974. O filme acabou sendo o grande vencedor do Oscar de 1975, e consolidou de vez o nome de Coppola como o diretor mais importante da Nova Hollywood. Com maior apoio do estúdio e mais recursos, Francis realizou seu épico mafioso de três horas e vinte e sete minutos como nenhum outro conseguiria.

A trama mostra as origens do clã Corleone, com enfoque na epopeia pela qual Vito Corleone [Robert De Niro, fora-de-série] passou para se tornar a figura respeitada que vimos no primeiro filme; a narrativa é entremeada pela trajetória de Vito e pelos rumos do clã sob a tutela de Michael [Al Pacino] como Don, e como suas relações criminosas começam a corromper gradativamente o alicerce pelo qual Vito tanto lutou: a família. Mais uma vez, Coppola conseguiu aproveitar o máximo de seu rico e talentoso elenco, com performances magistrais de Al Pacino, Robert De Niro, John Cazale, Talia Shire, Michael V. Gazzo, Robert Duvall, dentre tantos outros. Com um roteiro extenso, complexo e rico – novamente sob os cuidados de Francis e Mario Puzo -, o que se observa na obra são inúmeras situações que favorecem os atores, com frases marcantes e reviravoltas inesperadas.

Há de se destacar que Coppola mergulha com maior profundidade na personalidade de Michael, e como o filho caçula realmente se tornou um Don. Durante todo o longa se reafirma a importância dos rituais para o clã Corleone como um todo, além de se focalizar em quão impossível se torna para Michael comandar os Corleone e manter a unidade de sua família, agradar o sangue do seu próprio sangue. Na parte da narrativa que se situa no presente, observa-se uma sequência de reviravoltas, traições e atos que ultrapassam a máxima do primeiro filme – “businesses are businesses (negócios são negócios)” – que servem para reforçar a mudança do status quo do jovem Michael que vemos na primeira parte: o Padrinho fará de tudo para salvar seu clã, sem medir esforços ou mortes. Como declara Hyman Roth no filme: “esse é o negócio que escolhemos”.

Como o ritmo lento e preciso do primeiro filme se mantém, O Poderoso Chefão: Parte 2 não se apressa em mostrar toda a tragédia dos Corleone. Em aproximadamente três horas e meia, Coppola nos traz um clássico instantâneo, que obteve onze indicações ao Oscar, e abocanhou seis estatuetas –  Melhor Ator Coadjuvante, Direção de Arte, Trilha Sonora, Roteiro Adaptado, Diretor e Filme -, situando Francis como o líder de sua geração. Com dois sucessos indiscutíveis de público e crítica, o cineasta via um horizonte de possibilidades para sua carreira e para sua produtora, a American Zoetrope. Mas, como ainda veremos por aqui, todo o sucesso foi determinante para sua dura queda ao fim dos anos 70, junto com toda a Nova Hollywood. Posteriormente, Francis ainda retornaria à franquia Godfather em 1990, mas os tempos dourados já haviam terminado. O Poderoso Chefão: Parte 2 é muito melhor que seu sucessor, e mantém o nível de seu predecessor, se tornando mais um dos filmes imortais daquela década.

“O Poderoso Chefão: Parte 2” – Excelente





Uma oferta que ele não vai recusar

18 01 2011

Até os anos 70 o conceito de blockbuster não existia – não porque não existiam sucessos de bilheteria, mas por causa dos moldes atuais do que consiste um filme de sucesso, e como ele é fabricado. Entretanto, em uma época onde o cinema americano começava a se embeber na contracultura, surgiram, a partir de Bonnie e Clyde, em 1967, filmes magníficos que satisfaziam um público cada vez mais crítico e consciente. Numa época onde os diretores inexperientes e mais jovens começaram a governar Hollywood e destruir os antigos moldes de produção de um filme, Francis Ford Coppola era um dos mais talentosos. Depois de muitas negociações, idas e vindas, ele aceitou trabalhar em um audacioso projeto da Paramount, que se baseava no livro The Godfather, de Mario Puzo. Com um roteiro adaptado pelo próprio escritor, Coppola aceitou fazer O Poderoso Chefão, de 1972. Tomando um gênero pouco valorizado à época, o diretor realizou um dos filmes mais importantes da história do cinema e, com certeza, sua obra mais significativa.

A trama conta a trajetória dos Corleone, clã mafioso que controlava Little Italy em Nova York, durante os anos 40. Durante o filme vemos um pouco mais sobre as relações entre os mafiosos da cidade, das relações dos criminosos com os cidadãos comuns, e como nem sempre se pode escapar de suas origens. É óbvio que estou simplificando por demais a complexa e bem amarrada trama roteirizada por Puzo e Coppola, mas o importante é deixar claro que tudo gira em torno da máfia.

O Poderoso Chefão foi, até os lançamentos de Tubarão (1975) e Star Wars (1977), a maior bilheteria da história. Coppola obteve um estrondoso sucesso por realizar uma obra-prima em diversos quesitos. Primeiramente, o roteiro forneceu personagens carismáticos e fortes, como Don Vito [Marlon Brando, na performance mais icônica de sua carreira], Sonny [James Caan] e Michael [Al Pacino, magnífico], além de coadjuvantes como Tom Hagen [Robert Duvall], Kay [Diane Keaton] ou Fredo [John Cazale]. O elenco como um todo esbanja em suas atuações, que por si só já garantiriam a importância do filme: Brando deu singularidade a Vito (mesmo que com muito desleixo, pois o astro não lera o roteiro antes das filmagens, e decorava suas linhas por meio de anotações), e Al Pacino representou com maestria as mudanças radicais pelas quais seu personagem passa ao longo da obra.

Outro ponto importante da qualidade do filme reside no trabalho de Coppola na direção. Mesmo sob constante e pesada pressão dos executivos da Paramount à época – eles acreditavam que o filme era escuro demais, e que seria um fracasso -, o diretor segurou as pontas e nos trouxe um universo de relações e atos sombrios, que contaminam todo o submundo de Nova York. Além disso, o diretor proporciona inúmeras sequências antológicas, como a introdução (casamento da filha de Vito), a “persuasão” ao produtor de cinema, diversas sequências de assassinatos e, por fim, o clímax do batismo.

Entretanto, pra mim, o que é mais importante em O Poderoso Chefão é como Coppola consegue construir uma história com uma temática por muitas vezes positivista. A trajetória de Michael é fascinante: ao início, ele não quer relações com sua família; mesmo que com relutância, o jovem progressivamente abraça seu destino, suas origens criminosas e seu clã como forma de conhecimento próprio, e proteção daqueles com quem ele realmente se importa. Além disso, não se pode esquecer também do papel crucial que a trilha sonora de Ennio Morricone tem no filme: as melodias compostas pelo italiano foram imortalizadas, e combinam perfeitamente com toda a atmosfera que permeia todo o filme.

Ao fim, fica latente que O Poderoso Chefão é um dos marcos do cinema, e mereceu todo o sucesso que ainda possui. Com atuações poderosas, um roteiro incrível, trilha sonora marcante, sequências inesquecíveis e uma direção refinada de Coppola, o filme figura entre os melhores de todos os tempos. E se levarmos em conta a descrença que o estúdio nutria por Coppola e toda a produção, o fato se torna ainda mais impressionante.

“O Poderoso Chefão” – Excelente





Especial Coppola nos anos 70

17 01 2011

Em 1967 Bonnie e Clyde davam início a uma era onde diretores e atores tomariam as rédeas da produção de filmes em Hollywood, inovando, ousando e, ao fim, jogando tudo fora. Dentre os grandes diretores desta Nova Hollywood, aquele que mais se destacou na época, e se tornou um grande ícone para todo o restante foi Francis Ford Coppola, um dos maiores cineastas da história do cinema. E é inegável que os anos 70 representam seu período mais vindouro, não apenas por seus filmes – que são dos mais importantes da década – como também pela produtora que representou o sonho de toda uma geração de jovens que comandaram Hollywood: a American Zoetrope. Os anos 70 viram a ascensão e a dura queda da produtora e de seu criador, que amargurou durante toda a década de 80. Tendo isso em vista, nada mais justo que olharmos com um pouco mais de atenção aos filmes de Coppola durante os anos 70: O Poderoso Chefão (1972), O Poderoso Chefão: Parte 2 (1974), A Conversação (1974) e o apoteótico Apocalypse Now (1979). Amanhã começamos com aquele que seria seu maior sucesso, e conhecidamente um dos maiores filmes da história: O Poderoso Chefão. Depois disso, seguiremos cronologicamente a lista, e teremos um filme a cada terça-feira, ok? Não percam, e comentem!





Isso sim é filme de vampiro

14 11 2010

Pouca gente discute, mas um dos melhores filmes de terror dos anos 90 é, com certeza, Drácula de Bram Stoker, de 1992. A obra, feita com maestria pelo grande Francis Ford Coppola, resgata com toda a magia do personagem vampiresco mais famoso da história, por meio de uma genuína obra de arte.

O filme conta com um elenco estelar – um jovem e promissor Keanu Reeves como Jonathan Harker, Wynona Rider como Mina Harker, e os fora-de-série Anthony Hopkins e Gary Oldman como Van Helsing e Drácula [respectivamente]. Além disso, Coppola foi bem xiita no que tange ao uso de efeitos especiais: tudo que é visto na tela foi obtido com jogo de câmeras e muita maquiagem – a única exceção são as chamas azuis na Transilvânia, no começo do filme.

Vale destacar também o talento de Coppola na construção de personagens e situações, dando aquele show de sempre nos momentos climáticos – vide a cena do jorro de sangue na cama de Lucy. De um modo grandioso, o diretor conta com honra a maior história de vampiros existente.

Drácula de Bram Stoker – Muito Bom








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