The Bourne Legacy – Trailer 2

31 05 2012

Furioso, hein.





Avengers (2012)

2 05 2012

Aviso de antemão que o que segue não é um texto nos moldes que vocês estão acostumados. Se pudéssemos classificá-lo, estaria mais para um híbrido de relato e confissão que necessariamente uma “resenha”. Transpor personagens queridos por milhões de fãs de HQs para o cinema de modo respeitoso, criativo e interessante não é uma tarefa fácil. Muitos já tentaram, sem sucesso, esta tarefa inglória. Nos últimos anos, no entanto, a Marvel decidiu participar de modo mais ativo das adaptações de seus principais personagens para o cinema. Com o sucesso de Homem de Ferro, em 2008, a empresa começou a colocar em prática seu ousado plano de, pela primeira vez, realizar uma superprodução cinematográfica com personagens como Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, num apenas sonhado filme dos Vingadores. Quem seria o homem ideal para comandar esta produção tão aguardada por exigentes (muitas vezes radicais) fãs ao redor do globo? O homem era Joss Whedon, roteirista televisivo e de quadrinhos que, como muitos outros, cresceu na companhia destes heróis. Virou adulto e teve o privilégio de trabalhar como roteirista lá, na Casa das Ideias.

Cercado de expectativas, Whedon contribuiu, ao lado do também roteirista da casa Zak Penn, com uma história que remetia à primeira união destes heróis nos quadrinhos; com Loki, irmão de Thor, como algoz, os heróis mais poderosos da Terra se uniriam para salvá-la mais uma vez – em “carne e osso”, porém, pela primeira vez. Eu, como fã, sabia da competência dos envolvidos – por mais que alguns dos filmes-solo dos personagens não tivessem sido dos mais empolgantes, havia motivos pra acreditar na produção. Os “manda-chuvas” eram, de certa forma, semelhantes a mim e outros milhares de fãs, que cresceram amando estes personagens, imaginando-se nestas batalhas épicas, vivendo fantasias incríveis. Fui ansioso ao cinema. Quando o filme começa, já em ritmo frenético, a condução da história me fez lembrar de grandes sagas dos quadrinhos. Há um hall gigantesco de reviravoltas, tensões, humor, porrada. Aliás, o que não falta é ação – e das boas! A história, como todo quadrinho mainstream, geralmente, tem suas escorregadelas bobinhas/maniqueístas, mas o entretenimento estava garantido. Um Bruce Banner afiadíssimo (palmas pra Mark Ruffalo, que parece ter assinado contrato para seis filmes com a Marvel como o Hulk), Tony Stark (Downey Jr. se garantindo, claro) ainda mais aguçado que em seus filmes-solo, um Gavião Arqueiro de respeito – ao lado da ótima Viúva Negra. Capitão América representando aquilo que sempre foi – o líder nato, o homem a ser seguido -, Thor impondo respeito e descendo a porrada e um Nick Fury bad-ass. Referências para os fãs mais assíduos espalhadas ao longo do filme, que consegue atrair novos apreciadores e respeitar os mais radicais. Posso dizer que o nerd escondido que reside em todos nós abre o sorriso de orelha a orelha quando vê o Capitão ordenando ao Hulk: Smash! ou ao ver a equipe reunida contra o exército Chitauri. E, ao fim, ainda somos presenteados com a cena pós-créditos mais impressionante e empolgante de todos os filmes da Marvel. Resumo da ópera? Obrigado, Joss Whedon. Apenas obrigado.

The Avengers – Excelente





The Bourne Legacy – primeiro trailer

10 02 2012

Caralho.





Mission Impossible: Ghost Protocol

30 06 2011

E não é que está promissor?





Para nossa alegria, Gray está de volta

2 06 2011

Boas novas para os amantes do bom cinema: o novo projeto de James Gray como diretor tem novidades. Marion Cotillard, Jeremy Renner e Joaquin Phoenix (uau, que surpresa) estão escalados para encabeçar o projeto Low Life. Vejam só a descrição do filme:

“(…) the story centers on a woman (Cotillard) who immigrates to America from Poland. During her journey to Ellis Island, she is forced to trade sexual favors for medicine and food to help her ailing sister, then once she arrives in America she falls victim to “a sleazebag” (Phoenix) who advises her to become a prostitute

Como já disse o grande amigo Luiz Alexandre, “nas mãos do Gray vai sair mel”. Tirando esse momento “Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios” do compañero, eu concordo: o Gray é um cara que tem sensibilidade pra tratar assuntos espinhosos e temas pesados com uma beleza ímpar. Ah! E ainda tem a cinebiografia do McQueen, que ele vai roteirizar… que cheguem logo estas boas novas!





Renner Bombando

2 05 2011

Dessa leva de notícias sobre novos trabalhos de Jeremy Renner, essa é a que mais empolga: por meio de sua própria produtora, a The Combine, Renner vai protagonizar a cinebiografia de Steve McQueen. A parte mais interessante é que ninguém menos que James Gray vai roteirizar! Ainda não há um diretor definido – um tal de Ivan Zacharias poderia dirigir, mas já que o nome de Gray está atrelado ao projeto, ele bem que poderia mudar de ideia e dirigir, não?








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