Uma troca de peso

3 10 2011

Sai Costner (diz por aí que foi por “conflito de agenda”) e entra Kurt Russell como o “treinador de gladiadores sulistas” de Django Unchained. Eu, particularmente, gostaria muito de ver esta ponta com o Costner, mas o Russell é mestre e todo mundo fica bem feliz.





Down in Mexico

21 04 2011

All the way down, baby.





What’s your name?

7 04 2011

Stuntman Mike, baby.”





Kurt Russell

17 03 2011

Hoje tá virando sessentão, hein, Snake!





“Well, Fuck You Too…!”

4 01 2011

Depois de grandes sucessos, é normal que o público tenha grandes expectativas com a próxima obra do artista. Neste caso específico, o artista em questão é o grande John Carpenter, e a obra esperada é O Enigma de Outro Mundo, de 1982. Recém-saído de Fuga de Nova York e Halloween – de 1981 e 1978, respectivamente -, Carpenter decidiu refilmar o clássico O Monstro do Ártico, de 1951, do imortal Howard Hawks. Com uma grande responsabilidade sob suas mãos, John conseguiu realizar uma obra-prima do terror, e mais um clássico para sua ótima filmografia – mesmo que o reconhecimento não tenha vindo à época, diga-se de passagem.

A trama mostra uma equipe de pesquisa norte-americana na Antártica que entra em confronto com um alienígena transmorfo, que progressivamente dizima os membros da excursão, instaurando pânico, medo e a desconfiança entre os sobreviventes. O personagem com maior destaque é o piloto de helicóptero R. J. MacReady [Kurt Russell, companheiro de Carpenter em seu filme anterior, Fuga de Nova York]. Com uma história relativamente simples, Carpenter consegue trabalhar com maestria a insegurança no próximo e o medo que o alien traz aos pesquisadores, que se vêem presos e isolados da civilização, lutando por sua sobrevivência.

Aliando uma narrativa extremamente tensa e efeitos especiais inovadores à época, John realiza um filme inesquecível. Antes da primeira aparição do alien em sua forma original, Carpenter brinca com a audiência, instigando o suspense por meio de tomadas silenciosas e obscuras, reforçando a solidão à qual aqueles homens estavam presos, ao mesmo tempo em que mostra que o alienígena não deve sair daquela estação, custe o que custar. A cena onde o mostro se revela é daquelas clássicas, que todos os fãs do gênero mantém em mente.

Há de se ressaltar também o trabalho dos atores em conjunto com o roteiro, que nos envolve de tal modo que até hoje não se sabe com certeza quem o alien representa ao término da obra – Carpenter e Russell admitem que não sabem a exata sequência de formas que o monstro toma forma ao longo do filme. A desolação e tensão é palpável, e se pode perceber que todos estão no limiar entre a sanidade e a loucura; podemos destacar os personagens de MacReady [Russell], Childs [Keith David], Dr. Blair [Wilford Brimley] e Garry [Donald Moffat] como ícones deste constante embate pela sobrevivência e pela sanidade na estação.

O Enigma de Outro Mundo não obteve reconhecimento de crítica e público em 1982, e foi considerado por muitos extremamente violento, e com pouco conteúdo. Hoje, com quase trinta anos desde seu lançamento, o filme perdura como um dos clássicos de Carpenter, e do cinema de horror como um todo. No fim das contas, o próprio realizador reconhece o mérito da obra: The Thing é a obra favorita de John… com todos os méritos, claro.

“O Enigma de Outro Mundo” – Excelente





Snake Plissken

6 11 2010


Se transforma… nisso?








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