Drive e Mad Max, semelhanças e influências

10 05 2012

Vídeo sensacional que mostra diversas referências e paralelos entre as obras-primas de George Miller e Nicolas Winding Refn. Pra quem tem bom gosto não tem como não abrir o sorriso e pensar: “caramba, tudo se encaixa!”





The Road Warrior

30 07 2011

Dois anos depois do mítico Mad Max, George Miller retorna ao seu devastado e sombrio universo pós-apocalíptico com The Road Warrior, de 1981. Com Mel Gibson retornando ao seu papel de Max Rockatansky, o filme é daqueles que nos parece praticamente impossível de ser visto atualmente. Além, é claro, da ausência de maneirismos atuais, como a shaky cam e edição frenética, Road Warrior é um dos melhores exemplares do cinema osso duro de roer australiano, um filme de ação impecável.

Não acho que seja necessário nos aprofundarmos em sinopses, mas apenas nos atermos ao básico: o mundo tá ferrado e a sociedade ruiu. Com isso, a luta por combustível e mantimentos transforma o panorama geral numa bagunça dos infernos e, como não podia deixar de ser, emergem diversas gangues de mal encarados e malucos com suas carangas modificadas e permanentes malfeitas. Há os personagens carismáticos – capitão Gyro [Bruce Spence show de bola], o cachorro, o Feral Kid [Emil Minty] e, claro, Max – e os vilões MUITO bad-ass – Humungus [Kjell Nillson, sensacional] e toda sua trupe.

O que mais me agrada no filme é que há uma dose perfeita de humor e ação. Aliás, que aula de como filmar perseguições em alta velocidade! Com um orçamento dez vezes maior que do primeiro filme, Miller não teve medo em ousar e chutar o balde com mais acidentes, mortes e dublês tendo que fazer muitas cenas desafiadoras. Como os dublês australianos da época eram bem malucos, temos sorte de ter tido alguém que soubesse utilizar todo este potencial.

Com sequências impressionantes, um ritmo bem desenvolvido e personagens icônicos, Road Warrior é daqueles clássicos instantâneos, daquelas obras moldadas por diferentes aspectos característicos de um determinado período histórico – George Miller e Mel Gibson ainda em início de carreira, gênero “pós-apocalíptico” em efervescência, uma equipe de dublês e de produção maluca o suficiente pra ousar e aproveitar seus recursos ao máximo. Que bom que tudo isso se juntou e podemos ver e rever esta bela combinação de fatores.

Mad Max 2: A Caçada Continua (The Road Warrior)” – Excelente

PS: Texto dedicado ao colega Ronald Perrone, brother de Dia da Fúria e Demmentia13.





Falei que era melhor com o Mel Gibson

11 04 2011

Cortaram a participação do substituto Liam Neeson em Hangover Part 2, e o substituíram por Nick Cassavetes. Se tivesse escolhido o Mel Gibson não daria essa treta…

É praga





O tempo não é de risos

22 10 2010

Pelo menos para Mel Gibson; nem participação especial como tatuador filipino em Se Beber Não Case 2 o nosso querido australiano está conseguindo


ATUALIZAÇÃO – Segundo o Hollywood Reporter, Zach Galifianakis era um dos atores contrário à participação de Mel Gibson no filme. Houve bastante atrito dentro da produção do filme, pois Gibson foi uma ótima fonte de renda para a Warner Bros. (produtora por trás de Hangover II) nos anos 80 com seus Máquina Mortífera; para parte da produção, a adição de Gibson não trazia problema em relação a audiência, pois “Our generation doesn’t really care about most of what [Gibson] said,” said the worker. “To the people going to the movie, he’s just another wacky celebrity.” No fim das contas, nosso amado Martin Riggs rodou.

ATUALIZAÇÃO 2 – Liam Neeson assume o papel; nem precisamos comentar que o ator não está à altura de substituir o nosso preconceituoso Maverick.








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