Walking Dead – Season 2

14 09 2011





Darabont abandona Walking Dead

27 07 2011

Tchau, gente

Pasmem: Frank Darabont, segundo as últimas de Hollywood, acaba de picar mula da segunda temporada de Walking Dead. Segundo o que consta, Darabont “nunca se ajustou perfeitamente à produção quase que diária de uma série televisiva“. Tá, esqueça esta ladainha toda – até porque Frank participou ativamente do painel de Walking Dead na última Comic-Con -, porque algo não cheira bem neste reino da Dinamarca. Se vocês não são garotinhos e garotinhas esquecidos, se lembrarão bem das “rusgas” de Darabont com o staff de roteiristas na primeira temporada – inclusive com a saída de Charles “Chic” Eglee, que não aceitava que Frank continuasse como manda-chuva da produção na segunda temporada. Oras, o homem marca seu território, garante que a segunda (e altamente esperada) temporada seja feita sob seus moldes, participa da Comic-Con (o que significa muito, porque é um evento muito aguardado por fãs) e diz que “nunca se ajustou à produção”? Isso é papo pra inglês ver: tem coisa muito errada nestes bastidores; porque Frank, que tinha a faca, o queijo e o presunto às mãos, decide abandonar tudo? Aguardem novidades e, em tese, a premiere no dia 16 de outubro nos EUA.





Walking Dead – 2ª Temporada

9 06 2011

Primeira foto, um aperitivo do que ainda veremos nesta temporada. Ou seja, ZOMBIEEEESSS!





Edgar Wright e Walking Dead?

13 03 2011

Será que ele pode mesmo acabar dirigindo um episódio da segunda temporada? Porra, seria animal.





Walking Dead – Season 1

12 03 2011

Estava me demorando pra fazer isso, mas chega de delongas. Neste post vou dar uma passada completa pela primeira temporada da adaptação televisiva de The Walking Dead, cuja segunda temporada chegará logo menos. Sob o comando de Frank Darabont, e a supervisão do criador da HQ original, o ótimo Robert Kirkman, o seriado mostrou que vivemos uma ótima fase para seriados ousados e, mais do que isso, muito bem executados.

O maior mérito de Darabont, Kirkman e todos os envolvidos na direção criativa de Walking Dead é manter o tom de tensão, medo e incerteza que permeia o primeiro arco de histórias da HQ. Neste início de epopeia zumbi, ainda há o choque inicial de Rick Grimes [Andrew Lincoln, muito bem] com o caos no qual todo o mundo se chafurdou, e há aquela gana de achar sua família. Todos os personagens que conhecemos das HQs, no geral, são bem representados na telinha. A escolha do elenco se mostrou muito eficiente – com ênfase naqueles personagens que se manterão vivos por muito tempo, como Dale [Jeffrey DeMunn], Andrea [Laurie Holden], Shane [Jon Bernthal] Lori [Sarah Wayne Callies] e o pequeno Carl [Chandler Riggs].

Outro fator do seriado a se destacar é a expansão do universo da HQ original. Antes da estreia da adaptação, Kirkman já declarava que veríamos personagens que não existiam na versão original. O destaque entre esses é, com certeza, a dupla de irmãos Daryl [Norman Reedus] e Merle Dixon [Michael Rooker], dois desajustados encrenqueiros que estão no grupo de sobreviventes. Fica muito claro que a obra original é um grande guia dos acontecimentos que serão mostrados na adaptação, mas que há a liberdade criativa para se criarem novos ganchos dramáticos, em situações nas quais veremos como aqueles personagens sobreviverão, e o que terão que abdicar para tal.

Há de se ressaltar que o seriado tem seus altos e baixos, como qualquer outra série televisiva. O nível geral é muito bom, mas é óbvio que há episódios menos excitantes que outros – num esquema bem conhecido de “morde-e-assopra”. O primeiro episódio, “Days Gone Bye” (dirigido por Darabont), é daqueles inesquecíveis – com cenas de ação muito bem planejadas e filmadas, com slow motion dignas de Sam Peckinpah -, mas o nível dos dois seguintes são fraquinhos. “Vatos“, o quarto capítulo, e “TS-19“, o season finale, honram o que os fãs esperam, com reviravoltas, sangue, mortes e, acima de tudo, desilusão.

É claro que não há a volatividade existente na obra original, e no seriado há menos mortes de personagens importantes até agora. A meu ver, isso é algo que deve ser revisto para a segunda temporada, que terá mais episódios (13 no total), e deve ceifar mais vidas por aí. A adaptação mostra estar muito bem encaminhada, com participação ativa de Kirkman e Darabont, cada qual com seus domínios (um sobre a obra original, outro com o modus operandi para fazer disso algo foda). Além disso, os ganchos deixados pelo season finale deixam os fãs intrigados: quem acompanha a obra original tem alguma ideia do que possa acontecer, mas não pode antecipar com certeza absoluta o que verá na telinha. The Walking Dead é, com certeza, uma luz no fim do túnel para fãs do gênero: finalmente foi comprovado que há espaço para seriados adultos, violentos e ousados na TV mundial; tudo depende de quem está por trás.

The Walking Dead Season 1 – Excelente





Walking Dead

10 01 2011

Segundo entrevista de Robert Kirman, parece que Michonne deve aparecer logo no começo da segunda temporada da série… já o Governador deve demorar mais um pouco. Tudo bem, acho que com o surgimento da black-zombie-motherfuckin’-samurai nossa sede de sangue deve ser saciada por um tempo.

Cabeças vão rolar





Days Gone Bye

9 11 2010

Finalmente assisti ao tão esperado 1º episódio da adaptação de Walking Dead. Sob o título “Days Gone By“, Frank Darabont recria com maestria a atmosfera e personagens criados por Robert Kirkman. É claro que HQ e TV são formatos diferentes, e por isso há algumas modificações em relação ao conteúdo original – como a cena que mostra a conversa entre Shane e Rick, por exemplo -; mesmo assim, as modificações são bem vindas, e não alteram em nada no tom do programa.

Me surpreendeu bastante o desempenho do limitado Andrew Lincoln na pele do policial Rick Grimes. Andrew passa todo aquele ar de tensão e perplexidade do personagem, que toma um tiro, fica em coma, e acorda em meio a um cenário apocalíptico. Também há de se lembrar a boa performance da dupla Lennie James e Adrian Kali Turner – que vivem Morgan e Duane [pai e filho]; a sequência de Morgan com sua sniper é muito emocionante.

E quem merece todos os elogios é o Darabont. o episódio tem um ritmo muito agradável, e alterna ótimas sequências de ação (como o tiroteio na highway, com câmeras lentas à altura de Peckinpah) e momentos dramáticos, como a cena entre Rick e a zumbi dilacerada no meio do parque. Se o nível da série se manter, teremos uma série memorável por aí…

Days Gone Bye – Excelente








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