Only God Forgives – Red Band Trailer

3 04 2013

gosling

Olha o Refn mostrando que não tá pra brincadeira MESMO.

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Only God Forgives – teaser

7 01 2013

Nicolas Winding Refn mostrando que, mais uma vez, não está pra brincadeirinhas. O sangue vai jorrar, a porrada vai comer!

Only God Forgives – Teaser

Only

 





Drive e Mad Max, semelhanças e influências

10 05 2012

Vídeo sensacional que mostra diversas referências e paralelos entre as obras-primas de George Miller e Nicolas Winding Refn. Pra quem tem bom gosto não tem como não abrir o sorriso e pensar: “caramba, tudo se encaixa!”





Gangster Squad – Trailer

10 05 2012

Cheio de firulinhas, mas tem potencial.





Drive (2011)

12 10 2011

Não tenho bagagem suficiente pra afirmar em letras garrafais, mas me parece que Nicolas Winding Refn seja o “poeta da violência” de nossa geração. Não vi todos seus filmes, mas pelo que pude notar nos três últimos – Valhalla Rising, Bronson e Drive, de 2011 -, o tratamento que o dinamarquês dá à violência é, no mínimo, poético. Seus roteiros se utilizam da ultra-violência como gancho dramático, suas personagens se rendem à brutalidade inerente em nossos cantos mais obscuros, e sofrem as consequências por tais atos.

Drive é uma grandiosa e ousada tragédia. O Motorista (Ryan Gosling) é o típico personagem soturno, monossilábico e fechado, avesso às relações humanas. Tem uma relação única com seu “mentor”, Shannon (Bryan Cranston), uma espécie de alter-ego mais velho e fracassado de si mesmo. O protagonista divide seus dias entre as manobras como dublê e fugas como piloto criminoso. Receoso e arisco, aceita apenas trabalhos com meliantes que compreendam e aceitem suas regras rígidas. No entanto, tudo muda ao conhecer sua nova vizinha Irene (Carey Mulligan) e seu filho Benicio (Kaden Leos), que adentram seu mundo emocional fechado. A partir daí se desenrola toda a tragédia, que progressiva e sanguinolentamente consome a todos envolvidos.

Se nos atentarmos bem, a história não é das mais originais, mas o modo como Refn retrata o vazio do Motorista, tal como maldade/bondade intrínseca aos personagens secundários, é magistral. Municiado de uma trilha sonora repleta de sintetizadores – característica vista também em Bronson – e músicas soturnas, o dinamarquês realiza um trabalho poderoso com seus atores. Há performances marcantes de Albert Brooks e Ron Perlman (a dupla de pseudo-mafiosos), Cranston, Oscar Isaac (marido de Irene, ex-prisioneiro condenado a se manter no mundo do crime), Mulligan (o sopro de esperança no mundo sombrio do protagonista) e, claro, Ryan Gosling. Mesmo sem muitos diálogos, Ryan esbanja talento em poucos olhares e expressões.

Há de se destacar também a ação do filme. No momento em que os núcleos emocionais da obra começam a colidir, Drive acelera o ritmo da narrativa sem colocar os bois à frente da carroça: vemos uma epifania violentíssima recheada com perseguições alucinantes e corpos ensanguentados, mostrados por uma ótica intimista, quase meticulosa. Seria injusto enumerar as sequências inesquecíveis, principalmente por sua abundância.

Ao fim praticamente anunciado, uma potencial “raiva” no espectador dá lugar ao deslumbramento. O final da trajetória percorrida em pouco mais de 1h30min de filme é muito mais que satisfatório. Drive cumpre o que prometera por longos meses de clipes e pôsteres divulgados pela mídia: um filme extremamente bem realizado e planejado, com ação, drama, introspecção e violência em sintonia. Uma obra-prima, de longe o melhor de 2011.

“Drive” – Excelente





The Elevator

11 10 2011

Ainda estou em êxtase, daqui uns dias escrevo (ou tento) um texto à altura; enquanto isso, agradeçamos à nossa amada Alana Phibes por ter editado esta cena maravilhosa.





Drive (Red Band photos)

15 09 2011








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